Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

Vida de Carolyn: Two lovers - 20º Capítulo / Divulgação

- Então, ele não atende? – perguntou Emily saindo da casa de banho do quarto.

- Não… Já estou a tentar desde que chegamos a casa. E já são quase 19 horas! – disse Carolyn que estava deitada  na cama.

- Tens de ter calma… ele não disse que lá no campismo não havia rede? – Emily fechou a porta do closet e foi sentar-se na sua cama - Pois então, quando ele tiver rede vai ligar-te.

- Sabes… tenho medo que ele não queira falar comigo…

- Porquê?! Vocês não são namorados? Não digas disparates, Carolyn!

- Se calhar está chateado por eu não lhe tentar ligar mais vezes. Há um tempo que não tento – prosseguiu com um tom pesaroso na voz.

- Carolyn… Não te preocupes, de certeza que ele não está a pensar isso.

De repente batem à porta. Carolyn e Emily levantam os olhos para a porta e Emily manda entrar. Abrem a porta e surge a mãe de Carolyn.

- Olá meninas, está tudo bem?

- Sim, entra – a Sr.ª Williams entra e fecha a porta.

- Queria só saber como foi o vosso dia. Gostaram de ir passear à cidade?

- Sim foi muito bom – respondeu Carolyn.

- Bastante! – exclamou Emily.

- Hoje de manhã saíram logo cedo e não podemos perguntar-vos como foi a noite de ontem também. A discoteca era perigosa? – questionou a Sr.ª Williams agora preocupada.

- Não, correu tudo bem.

- E beberam muito?

- Não, não. Foi tudo muito normal – iludiu-a Emily.

- Pois foi – comentou Carolyn.

- Ok. Era mesmo só para saber como estavam. É que temos estado pouco tempo juntos, pais e filhos.

- Pois é… Temos de passar mais tempo com os pais – colaborou Emily sorrindo.

- Bem, a Luise está a fazer o jantar sozinha e eu vou ajuda-la – avançou para a porta e depois voltou a olhar para trás – Daí a um tempo eu chamo-vos.

Assim que a Sr.ª Williams fechou a porta Emily olhou para Carolyn algo intrigada e foi sentar-se ao seu lado na cama dela.

- Carolyn… eu não te quero pressionar, mas… tu gostas do meu irmão? – ela revirou os olhos – Oh, vá lá! Se nada sentisses aquele beijo não tinha acontecido!

- Emily… eu não sinto mesmo nada de nada por ele – ela baixou o olhar para a cama.

- A mim não enganas, Carolyn. Podes falar comigo sobre isso, a sério.

- A verdade é que estou mesmo muito confusa… - Emily arregalou os olhos – Essa cena de o ter beijado está-me a deixar completamente louca! Tu tens razão, – elevou os olhos para ela – eu não sei o que sinto.

- Eu já estranhava isso mesmo.

- É obvio que gosto do Dave. Eu conheço todos os bocadinhos dele, todos. Mas… há qualquer coisa no Dylan que… eu não sei.

- Bem, é normal que estejas confusa…

- Mas sinto-me super mal comigo mesma! Nem sei o que o Dave ia pensar se soubesse. Não sei o que é que se passa comigo. Há qualquer coisa no Dylan que… eu não sei… talvez goste mesmo dele.

Houve uma voz que veio interromper a conversa. Era a mãe de Dylan, Luise, a chamar para irem jantar. Quando desceram os rapazes estavam na sala praticamente aos berros a jogar PlayStation. Os homens da casa também desceram, os pais, e sentaram-se à mesa. O jantar foi carne no forno e todos diziam que estava delicioso! Luise era uma óptima cozinheira!

No final do jantar Carolyn e Emily foram para o quarto. Emily estava na internet e Carolyn estava deitada na cama a ler. De vez em quando parava de ler e olhava para o telemóvel, este também em cima da cama ao seu lado, esperando que Dave lhe ligasse ou algo do género. Precisava de ouvir a sua voz, de saber se estava tudo bem. No fundo esperava que falar com ele resolvesse tudo. Não tinha muita esperança, mas queria acreditar que ao falar com ele as suas dúvidas desaparecessem.

Carolyn levantou-se da cama e dirigiu-se para a porta.

- Vou beber qualquer coisa.

Emily levantou os olhos do ecrã do portátil, olhou para ela e assentou.

Carolyn desceu as escadas e quando passou pela cozinha viu que esta estava vazia. Normalmente estavam lá os pais, mas desta vez deviam ter ido para o quarto ver televisão. Abriu a porta do frigorífico e retirou de lá o pacote de Sunny Amo bué no verão ^^. Carolyn agarrou num copo que estava a secar no lava-loiça, despejou uma porção de sumo lá para dentro e, em seguida, levou-o à boca. Atrás de si ouviu uns passos a descerem as escadas. Olhou para trás e viu Dylan surgir à porta da cozinha.

- Então… - aproximou-se de Carolyn apoiando o cotovelo na bancada e apoiando a sua cabeça no punho fechado – O sumo, está bom?

Carolyn revirou os olhos e sorriu.

- O que é que achas?

- Bem, - ergueu-se e aproximou-se mais dela – acho que está… bom.

- Ok – disse ela indiferente levando o copo à boca dando um gole em seguida.

- Estive a pensar…

- Ai, quando tu pensas… - ele riu-se e prosseguiu.

- Não a sério – ela olhou para ele – Estás a deixar-me confuso.

- Confuso… com o quê?

- A cena de ontem à noite.

- Dylan, não significou nada. Como tu disseste, eu estava descontrolada.

- Ok, mas porque é que não beijaste outra pessoa qualquer? Porquê eu?

- Olha, por que estava ao pé de ti naquele momento, sei lá!

- Carolyn, - ele agarrou-lhe no pulso - eu tenho se saber o que sentes. Tenho aguentado este Verão todo à espera de mais sinais, de que me digas o que eu quero ouvir.

- Mas Dylan… - ele interrompeu-a e prosseguiu.

- E não foi só ontem que me despertaste a atenção. Tem sido ao longo de todo o tempo em que temos estado juntos, tu ages de forma diferente quando estás comigo – ele aproximou-se mais dela – E não aguento mais ser aquele que te compreende e te diz que é tudo normal e que tudo o que me fizeste não tem significado algum. Porque, eu não sou essa pessoa, na verdade, eu não te consigo compreender, não consigo mesmo. E quero saber o que sentes realmente – o tom de voz dele passou a ser mais grave, mas não chegava a ser arrogante - Chega de mentiras, Carolyn, chega.

- Mas Dylan, é a verdade. Pode ser só química entre nós dois, só isso, nada mais – Carolyn tinha de o convencer de que não gostava dele, embora soubesse que ele tinha razão e que ela estava realmente apaixonada por ele.

- Não, não é só isso. Eu sei que não estás a dizer a verdade.

- Dylan, tens de ver as coisas como elas são. Eu gosto do Dave, e não me interessa mais ninguém – Dylan soltou uma risadinha.

- Tu só estás a pensar nele, nele e nele! Só dizes que não gostas de mim porque tens o Dave – Dylan proferiu o nome com um enorme desdém – à perna! Esquece-o! Esquece que ele existe e diz-me realmente o que sentes, Carolyn!

Carolyn sentiu um enorme aperto no coração. Não lhe conseguia dizer de maneira alguma o que sentia. Eram palavras que estavam estranguladas na sua garganta. E sabia que se lhe dissesse o que sentia iam haver enormes problemas e uma grande pressão da parte dele. Tinha de manter a farsa e tentar não se ir abaixo. Tinha que lhe dar a entender que tudo o que ele pensava era mentira.

Carolyn baixou o olhar para os próprios sapatos e ficou em silêncio. Ele cruzou os braços sobre o peito e ficou a olha-la. Em seguida agarrou-lhe no queixo e ergueu-lhe a face para ele a contemplar. Carolyn ficou a fitar os olhos dele por alguns momentos e ele os dela. Ela conseguia ver a ansiedade nos seus olhos. A respiração de ambos estava irregular, mas ele manifestava-se bastante calmo. Carolyn encheu os pulmões de ar e por fim proferiu:

- Dylan, eu não te amo.

Ele continuou a fita-la por uns momentos, sem qualquer reacção. Quando, num movimento rápido, agarrou-lhe nos ombros e encostou-a ao balcão que estava no meio da cozinha. Chama-se “ilha”. Podem ver melhor aqui: https://1.bp.blogspot.com/_IiOaiyzFSn8/TFbDDlMo3kI/AAAAAAAAAEE/Xnbm3fNmh3A/s1600/casas+pequenas+e+bonitas.jpg Carolyn ficou entre Dylan e o balcão. O espaço entre eles eram tão mínimo que quando ele se aproximou ainda mais dela, esta teve a sensação de o coração lhe ir saltar pela boca. Ele continuava a fita-la e por fim encostou a sua boca ao seu ouvido e disse quase como um sussurro:

- Diz-me que não gostas que te faça isto – e ele encostou-a ainda mais a ele quase como se fossem um só. Os lábios dele começaram a vaguear pelo pescoço dela. Carolyn estremecia sempre que sentia o fôlego dele na sua pele. Depressa chegou aos seus lábios e roçou os seus nos dela. Ela não o conseguia afastar, sentia-se como parte dele e limitava-se a assentir a tudo que ele lhe fazia – Se quiseres que pare, diz-me – mas ela não conseguia. Sabia que era um teste, e se ela nada fizesse, ele ia beija-la. Era como ela lhe tivesse permitido para fazer tal coisa e só ela agora o podia parar. Mas mais uma vez nada disse, e ele depressa colou os seus lábios aos dela. Carolyn tentou mais uma vez assumir controlo mas já era tarde. Estava completamente enfeitiçada por ele, pelo seu toque, pelo seu perfume. Deixou-se levar e ele agarrou nela puxando-a para cima do balcão. Ele estava entre as suas pernas e tinha as mãos no pescoço dela e ela no peito dele.

 

Então??? O proximo tamem vai ser girúú! É que este é mais sério e o outro vai ser mais para rir!

Queria agradecer à Nokas (http://taylenastorys.blogs.sapo.pt/) porque ela também me ajudou a ter ideias para o capitulo (não foi bem este ... é mais o proximo) e sem ela não ia ser a mesma coisa XD (ela ajudou na parte engraçada)

 

Divulgação:


Queria divulgar o blog da catarinaaa :D - lifehasitstrickyways.blogs.sapo.pt - Ela está a começar uma story nova e vai no 1º Capitulo! Já li e esta a ficar super interessante! Passem por lá please!

 

sinto-me: finalmente fim de semana!
música: paramore: Playing God
publicado por Anna às 22:19
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Terça-feira, 24 de Maio de 2011

Vida de Carolyn: Two lovers - 19º Capítulo

 Carolyn abriu lentamente os olhos e deparou-se com o tecto branco do quarto. Levantou-se lentamente e sentou-se na cama. Assim que ergueu a cabeça deparou-se com uma enorme dor de cabeça. Não sabia o porquê daquela dor. Quase parecia que a sua cabeça ia explodir. Olhou para o despertador ao seu lado pousado em cima de mesa-de-cabeceira. Era meio-dia! Como é que tinha acordado tão tarde?! Olhou em volta e viu que o quarto estava vazio. “Pois claro, quem é que está a dormir a estas horas? Só mesmo eu!” pensou levantando-se da cama. Avistou qualquer coisa florescente e em cima da mesa e olhou para esta mais uma vez. Deparou-se com uma fita de pulso amarela florescente daquelas que se têm de pôr à entrada das discotecas. Depressa se lembrou da noite anterior. Do jantar, da discoteca, dos shots, da vodka e… do beijo. Carolyn ficou perplexa de pé em frente da mesa-de-cabeceira, fitando a fita amarela. Não teve reacção até baterem à porta. Carolyn ergueu o olhar para a porta, ainda algo perturbada, e disse em voz baixa:

- Entre…

- Ei, - espreitou Dylan pela porta, com um sorriso - sou eu – entrou no quarto e fechou-a atrás de si.

Carolyn permanecia no mesmo sítio desde que ele batera à porta, não se mexeu, apenas sorriu quando ele sorriu para ela.

- O que é que se passa? – aproximou-se e sentou-se na cama virado de frente para ela que continuava de pé.

 - Não consegues adivinhar? – ele mordeu o lábio e suspirou.

- Bem, desculpa por aquilo de ontem à noite…

- Não. – interrompeu ela – Não tens nada de pedir desculpa. Foi eu… fui eu que te beijei – ela sentou-se ao lado dele – Desculpa eu – ele riu-se.

- Para ser sincero, eu gostei imenso do teu beijo. Não vou mentir.

- Já deu para perceber isso – riu-se – estás a sorrir por tudo e por nada. Como eu te conheço.

 - Sim, é verdade. E não te culpes pelo que aconteceu. Abusaste um bocado na bebida e depois descontrolaste-te. Não fiques assim, é normal isso acontecer.

- Mas não o devia ter feito de qualquer das maneiras – ela ergueu o olhar para ele.

Ficaram uns momentos em silêncio e o estômago de Carolyn veio romper o silêncio quando roncou. Eles riram-se.

- Acho que o teu estômago quer ir tomar o pequeno-almoço.

- E a minha cabeça quer um comprimido – queixou-se ela jogando uma mão à cabeça.

- Então vamos lá para baixo? – levantou-se.

- Vamos, sim.

Desceram as escadas e dirigiram-se os dois para a cozinha. Emily e George estavam na conversa, mas quando eles entraram calaram-se.

- Bom dia – disse ela com um sorriso – Interrompemos alguma coisa?

- Antes de mais nada: Lembras-te do que aconteceu ontem à noite? – perguntou Emily quase como um sussurro.

- Plenamente – respondeu sentando-se na cadeira ao lado de Emily.

- Uff! Tínhamos medo que ainda não soubesses. E aceitaste-o bem! – disse George.

- Continuo chateada comigo mesma. Mas já estou bem.

- Não te massacres. Foi sem querer certo? – perguntou Emily barrando uma torrada com manteiga.

- Certo. – bem, no fundo Carolyn já não tinha tanta certeza. Porque é que o tinha beijado, afinal? Se nada sentisse não o teria feito. Seria apenas atracção física ou mais que isso? Estava confusa e precisava de tempo para pensar.

- Bem, hoje ficamos a manhã em casa, certo? – perguntou Dylan sentando-se numa cadeira.

- Sim, com uma dor de cabeça como a que tenho não vou a lado nenhum – disse Carolyn pegando na sua caneca com leite.

O pequeno-almoço depressa se passou e para não ficarem em casa o dia inteiro decidiram ir dar um passeio pelo litoral e só mais tarde penetrarem na cidade. O passeio pelo litoral estava a decorrer normalmente até que decidiram ir a um Snack Bar almoçar qualquer coisa. Depois do almoço começaram a caminhar mais para o centro da cidade. Depois decidiram ir a uma geladaria. Seguidamente sentaram-se nuns bancos de jardim a comer um gelado e a contar histórias.

- Ah, e houve uma vez em que não nos deixaram sair da escola porque tinha havido uma cena marada qualquer e então nós decidimos pular a vedação, lembras-te? – disse Dylan olhando para George.

- Yah pois foi! E depois fomos apanhados e levados ao gabinete do director! Foi mesmo louco! – exclamou George lambendo em seguida o gelado.

- E a mãe quando soube passou-se! – prosseguiu Emily a rir-se – Ficaste sem computador durante uma porrada de dias.

- Bem… Vocês só fazem porcaria! – concluiu Carolyn a sorrir.

- O quê? Nós?! Nós não fazemos nada, eles é que nos apanham! – disse Dylan ironicamente.

Começaram-se todos a rir.

Depois enfiaram-se num centro comercial e Carolyn e Emily puseram-se a experimentar roupa e a tirar fotos. Eles ficavam a fazer de empregados.

- Dylan. - chamou Carolyn.

- Ainda estou aqui… - disse ele secamente sentado num cadeirão em frente ao provador fechado dela.

- Vai lá buscar o M deste vestido, please – pediu ela esticando o braço para fora do provador agarrando o vestidinho curto de manga curta com um padrão de rosinhas vermelhas com um cinto castanho para pôr à cintura.

Ele levantou-se sem qualquer vontade, arrancou-lhe o vestido das mãos e foi à procura do que ela lhe pediu. Quando voltou vez o mesmo que ela. Esticou o braço para dentro do provador, e sem querer, viu que Carolyn estava a tirar “porcaria” dos dentes com as unhas virada para o espelho e de costas para ele. Ela deu um salto quando ele esticou o braço e a assustou. Ela recolheu o vestido e ele retirou o braço dando uma risadinha.

- O que é que foi? Viste alguma coisa?!

- Não, nada de especial – ele voltou a sentar-se no cadeirão com uma pose extremamente confiante. Estava todo encostado para trás, com as mãos atrás da cabeça e as pernas ligeiramente afastadas.

- Dylan Rogers! O que é que vossemecê viu?! – ela continuava dentro do provador a vestir-se.

- Tem calma. Só te vi a limpar os dentes… com as unhas – e voltou a rir-se, mas desta vez descontroladamente.

- HA-HA-HA! – riu ela sarcasticamente – Até parece que nunca fizeste!

- Bem, mas tu tens mais piada quando fazes isso.

- Pois, pois. Eu sou a palhaça! – ela abriu a cortina e saiu de dentro do provador e rodopiou – Que achas?

- Linda como todos os dias – elogiou-a com um sorriso ladino.

Ela corou. Carolyn podia ter namorado, mas ele nunca deixava de lhe fazer elogios e de se meter com ela. Desde que ela não se chateasse, para ele estava tudo bem.

- Pois… isso quer dizer que levo?

- Claro!

Ela voltou para dentro e vestiu a roupa que tinha. Pagaram o que queriam levar e retomaram o caminho pela cidade.

 

 

O proximo capitulo é um dos meus favoritos XD Não percam e comentem muito :P 

Kisses 4 every 1

publicado por Anna às 23:29
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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

Vida de Carolyn: Two lovers - 18º Capítulo

 

Por fim pararam em frente da casa de Kate e de Harry. Como Harry é o pontual, já estava à porta de casa à espera, todo ele arranjado. No meio de tudo aquilo, quem se tinha atrasado eram as meninas Carolyn e Emily, e por meio delas eles, coitados, também se atrasaram. Harry desceu as escadas, abriu o pequeno portão e entrou no carro de sete lugares emprestado pelo pai de Dylan e Emily. Dylan ia a conduzir e no lugar a seu lado – no lugar do pendura – ia Carolyn. Emily e George estavam na fila de lugares intermédia, e Harry achou por bem ir sentar-se na última fila para não incomodar o casalinho maravilha. Kate depressa apareceu toda embelezada e perfumada também. Não era uma rapariga de muito se maquilhar quando ia sair. Era como Carolyn. Punha um pouco de blush, gloss transparente ou de uma cor suave e lapis eyeliner. Assim que Kate entrou no carro deparou-se com dois lugares à escolha. Emily começou logo a dizer para ela vir para junto dela e de George na fila do meio, mas assim, Harry ia sozinho na fila de trás.

 - Anda lá melher! – disse Emily batendo no acento ao seu lado – O Harry  não se importa.

 - Oh priminha, vai lá para ao pé dela! – disse Harry.

 - Também é só meia dúzia de voltinhas, anda lá! – disse Dylan a perder a paciência.

 - Pronto, pronto! Eu vou para aqui! – e sentou-se ao lado de Emily.

 No caminho, Dylan e Carolyn estavam às turras por causa da estação de rádio que queriam. Ela carregava num botão, e ele noutro. E sempre assim. O pessoal atrás deles já estava com os olhos em bico! Ele acabou por desistir, pois sabia que ela só ia parar quando ele desistisse. Típico! E o George ia contando piadas. Pois claro… ele é o Sr. “eu tenho muita piada”. E riam-se, riam-se e riam-se quando as piadas tinham PIADA… e também quando NÃO tinham. Algumas eram tão secas, que faziam rir só por serem SECAS! Ah, e o Dylan embirrava para ninguém sujar os estofos do carro, para não porem os pés nas costas dos assentos da frente, ect. Bem, estava a ser um forreta! Mas era só porque o carro era do seu paizinho, porque ele não costumava ser assim, de TODO!

Assim que entraram no restaurante, ouviram a música ambiente calma e relaxante. Um empregado aproximou-se, apresentou-nos a mesa e quando nos sentamos deu-nos as ementas. Os rapazes sentaram-se num lado da mesa e as raparigas de outro, para ficarem frente a frente. Elas ficaram viradas para a porta. Demoraram poucos minutos a escolher o que queriam apesar de nunca lá termos ido. O empregado anotou os pedidos e retirou-lhes as ementas. Depressa chegaram as bebidas e as entradas. Estavam todos muito divertidos na palheta, quando entra um grupo de quatro rapazes no restaurante. Emily como estava entre Kate e Carolyn, começou logo a comentar com ambas. Eram todos bonitos, mas havia um… que era um autêntico chocolate! Tou farta de dizer pão… o pão é so farinha e água e sabe sempre à mesma coisa. Chocolate é mais giruu! ^^ Kate foi a primeira a reparar nesse. Ela ficou tão obcecada que não conseguiu desviar os olhos dele. E ao mesmo tempo que o via, ia comento uma tosta com pasta de atum deliciosa. Mas o que era mais delicioso sem dúvida, era o gajo! Quando o rapaz percebeu que estava a ser observado, olhou para ela. Kate envergonhada, começou a falar com Emily. Depois quando ele deixou de olhar para ela, ela voltou a focar-se nele, mas desta vez estava a beber água, para que o copo tapasse mais ou menos a sua cara. O rapaz voltou a perceber que estava a ser observado, portando olhou para ela mais uma vez. Esta estava tão deslumbrada que desta vez nem percebeu que ele estava a olhar para ela e que este lhe estava a sorrir. Quando finalmente acordou daquele transe, ficou vermelha que nem um tomate, e tentou disfarçar melhor erguendo o copo mais para cima. Quando baixou o copo, porque não tinha mais água e voltou a olhar para ele, este piscou-lhe o olho e ela engasgou-se com a água que ainda estava a engolir. Emily começou-lhe a bater nas costas e Kate não conseguia parar de tossir.

- Então? – perguntou Emily quando Kate estava mais calma – O que é que aconteceu para te engasgares?

 Kate respirou fundo.

 - Aquele gajo piscou-me o olho. E é podre de bom! – sussurrou baixinho olhando para ele que estava agora sentado numa mesa a olhar para a ementa.

 - A sério?! – perguntou Carolyn.

- Yah! É que eu estava só a olhar para ele, e quando olhei pela segunda vez, ele piscou-me o olho!

- Que sortuda! Ele é mesmo bom. – disse Carolyn olhando para o gajo  quando Dylan a fulminou com o olhar – O que é que foi?!

- Quer dizer, tens namorado e andas aí a olhar para outros gajos!

- Só o estou a admirar!

- Pois… a mim não admiras. – Carolyn revirou os olhos e riu-se.

- Dylan… vá lá, não comeces.

- Para mim é que tu devias olhar! Mas enfim… sou um infeliz.

- Ah, ah, ah! – Emily começou-se a rir – Lá isso és, um infeliz.

Passado uns minutos a comida já vinha a caminho. O empregado passou por trás de George, o que não devia ter feito, pois este estava a gesticular e quando o homem passou George içou um braço para trás e acertou em cheio na cabeça do empregado. George só fazia porcaria. O que vale é que nada aconteceu e o empregado esforçou um sorriso depois de George fazer das tripas coração e pedir mil desculpas. O resto do pessoal só se ria. Depois do jantar ainda fizeram um tempo até às 23 horas e meia para depois irem até à discoteca.

Entraram todos no carro e Dylan conduziu até lá. Como meia-noite ainda era cedo foram dar uma volta a pé pela cidade e só depois é que se dirigiram para a discoteca. Quando lá entraram era quase uma da manhã e já estavam lá bastantes pessoas.

Dançaram, pularam e riram até às 3 horas da manhã quando decidiram parar um pouco e beber qualquer coisa. Dylan bebeu uma vodka preta com sumo de limão e Carolyn decidiu experimentar também. Emily pediu um vodka morango. Kate não gostava de álcool por isso bebeu só um sumo de laranja. George e Harry beberam um shot e Dylan também logo a seguir do Vodka. Dançaram mais e mais, até que Carolyn e Emily decidiram ir experimentar beber um shot. Dylan começou a ficar preocupado e foi ter com ela quando a viu pedir o segundo.

- Carolyn, é melhor não beberes mais. – disse ele com uma voz calma agarrando-lhe na cintura.

- Deixa lá. Eu aguento. – e pediu o segundo bebendo-o logo de seguida.

- Carolyn, se eu te vejo beber outro ‘tás feita comigo. – ele estava mais sério do que nunca e bastante preocupado.

Dylan afastou-se e foi-se juntar aos rapazes e a Kate que estava com eles. Emily e Carolyn só se riam por tudo e por nada e diziam baboseiras do piorio. Dançaram e dançaram até que Carolyn começou a sentir-se mal disposta e foi sentar-se num dos sofás mais afastados da pista de dança. Dylan foi atrás dela.

- ‘Tou super tonta. – sentou-se e ele fez o mesmo ao lado dela.

- Devias-me ter ouvido logo à primeira. – ela encostou a cabeça ao ombro dele.

- Eu sei, desculpa.

Ficaram uns minutos a repousar até que Carolyn, assim que se sentiu melhor, o puxou para a pista. Dançaram os dois até que o álcool já lhe começava a subir à cabeça, outra vez. Quando sem querer ela tropeçou para cima dele e teve um enorme impulso de o beijar. E como não estava consciente de nada de nada, beijou-o. E não parou. Dylan ficou completamente surpreso. Mas aproveitou o facto de ter sido ela a querê-lo. Emily foi a primeira a reparar. E claro, toda a gente ficou boquiaberta. Teve de ser Dylan a separar o beijo. Sabia que se não o fizesse ela iria ficar aborrecida por ele não o ter feito por ela sabendo que ela não estava ciente do que acabara de fazer.

- Carolyn… - ele levantou-lhe o queixo – o que é que se passa?

- Eu vou-me sentar – afastou-se dele e foi ter com o pessoal que estava sentado numa mesa a olhar para ela.

 


E que tal? Surpreendidas? Quero mts coments please! Para o próximo ou para o a seguir do próximo ainda vai aquecer mais! ;P

Kisses 4 every 1

 

sinto-me: inspirada! *-*
publicado por Anna às 12:14
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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

Vida de Carolyn: Two Lovers - 17º Capítulo / Divulgação

Queria divulgar este fantástico blog da nokas que está a começar uma fic nova muito gira! Eu estou a Lê-la e espero que voes a possam ler também ^^!


http://taylenastorys.blogs.sapo.pt/

 

 

Agora o capítulo:

 

 

Carolyn começou a pensar que era melhor não ter beijado Dylan. Era só uma chapa, mas sentia-se mal por tê-lo feito. Estava errado, e ela sabia-o.  

Passado uns minutos de terem torrado um bom tempo ao sol, Dylan levantou-se e foi perguntar a Carolyn se ela sempre queria ir experimentar surfar. Carolyn começou a ficar com uma ponta de nervos, e encolheu os ombros.

- E se eu cair ou cena assim?

- Se caíres, metes-te em cima da prancha outra vez. – sorriu – Vá anda lá! – pegou-lhe no braço e puxou-a para cima.

- Eu não quero… Já sei que não consigo! – cruzou os braços sobre o peito e ergueu o olhar para Dylan que estava agora sério.

- Tens de acreditar mais em ti, Carolyn. – acentou uma mão no ombro dela e a outra agarrava-lhe o pulso.

- Posso tentar mas… - Dylan começou a puxa-la para junto das pranchas. Pegou na prancha dele e ficou por uns momentos a fita-la e a olhar para as outras que estavam no chão.

Carolyn revirou os olhos.

- ‘Tá descansado que não te vou partir a prancha! – Dylan soltou uma risadinha.

- Pois… - suspirou e desviou o olhar da prancha para Carolyn – Eu confio em ti. – Ela por fim sorriu.

Dylan deitou a prancha na areia ao lado de Carolyn e depois estendeu outra, a de Emily, ao lado da dele.

- Pois então, deita-te na prancha. – ela obedeceu e ele fez o mesmo na sua – Agora, o que eu fizer tu fazes também, ok? – ela assentiu – Primeiro remas e quando vires uma boa onda, remas com um braço para virares. – ele ia fazendo os gestos e ela imitava-o – Para te pores de pé, esticas os braços – ele apoiou as mãos nas bordas da prancha paralelas à sua cabeça, e esticou-os elevando o peito – e depois metes o pé direito à frente e depois o outro, levantas-te e equilibraste. Percebeste?

- Bem, bem, bem! ‘Tou baralhada! – ela saiu de cima da prancha e aproximou-se dele – Repete a parte do fim, por favor. – Ele deitou-se na prancha e fez o que ela pediu – Ah, já estou a ver! – deitou-se na prancha e fez o que ele tinha feito. De uma forma mais desajeitada. Ele riu-se. – Qual é a piada, senhor Dylan?

- És tão engraçada. – sorriu – Tens de pôr esta perna primeiro.

- Ok, percebi.

- E agora vamos passar para a acção? – apontou para o mar.

- Mas… tu vens comigo! – agarrou-lhe no braço.

- Eu vou contigo! – disse Emily que estava deitada na toalha a uns metros dali com os óculos de sol postos.

- Então venha daí, sua loura! – disse Carolyn para ela que ainda permanecia deitada de barriga para cima e ainda com os óculos.

- Vou já… - levantou-se lentamente, sacudiu a areia do corpo e aproximou-se da prancha dela, onde à uns segundos Carolyn lá estivera a praticar.

- Vão vocês as duas que nós ficamo-nos aqui a rir.

- Ah-ah-ah! – riu Carolyn sarcasticamente – Vai ser hilariante!

- Bem vamos lá passar à parte da acção. – disse Emily lançando olhos ao mar.

Carolyn e Emily vestiram os fatos, pegaram nas pranchas e avançaram para a água. Como era a primeira vez de Carolyn, ela não foi muito para a frente. E Emily para a ajudar fez o mesmo. Carolyn remava para a frente e furava as ondas acompanhada de Emily. Emily ia-lhe dando indicações e ela tentava cumpri-las. Quando Emily lhe deu ordens para apanharem uma onda, Carolyn virou a prancha e começou a remar em frente. Mas a onda passou e ela não a conseguiu apanhar. Tentou várias ondas até conseguiu ir numa. Mas quando ia para se pôr de pé já estava só a três metros da areia, logo, não iria valer a pena. Depois foi tentando mais umas vezes e sempre que se conseguia pôr de pé, caía. Dylan, George, Harry e Kate riam-se. Uns mais que outros, claro. Ou seja, Dylan. Até mesmo Carolyn se ria. Depois Dylan decidiu vestir o fato, pegar na prancha e ir ter com ela e ajudá-la. Ele entrou na água e ela estava a remar para tentar apanhar a onda. Depois de a apanhar, Dylan foi-lhe dando informações para que ela se conseguisse por de pé. E lá conseguiu, mas foi por pouco tempo. Passado uns segundos desequilibrou-se e caiu. E assim se passou a manhã… e um bocado da tarde.

Ouvia-se a água correr dentro da casa de banho do quarto de Emily e de Carolyn. Enquanto Emily tomava o duche, Carolyn permanecia imóvel em frente da sua parte do closet. Não sabia mesmo o que havia de vestir para aquela noite. Já tinham decidido qual era a discoteca que iam. Dylan sugeriu uma que era mesmo ao pé da praia, mas esta era um pouco descontrolada. Foi então que Harry sugeriu uma outra mais orientada. O único inconveniente dessa é que era do outro lado da cidade, logo, era um pouco longe de casa. Mas mais valia ser longe do que depois se meterem em confusões, certo? Mas antes de lá irem combinaram ir comer a um restaurante perto da praia e depois talvez irem dar uma volta para fazerem tempo antes de irem para a disco. Bem, por fim Carolyn decidiu vestir uns calções curtos de cintura subida cinzentos com uma básica preta e umas sandálias simples. Uns acessórios aqui e acolá, e já estava pronta. Emily rapidamente de despachou também e desceram juntas para a sala onde os rapazes já estavam todos arranjadinhos a bater o pé no chão. Dylan ia com uns calções e uma T-shirt – o que era bastante típico nele – também estava algo perfumado e tinha o cabelo ainda molhado.

- Bem, bem! Estava a ver que o chuveiro vos tinha sugado!

- Vá lá, não demoramos assim tanto! – Carolyn agarrou no casaco que estava no bengaleiro e voltou para perto de Emily.

- Que ideia… - bufou George - Nós parecíamos os vossos noivos a secar no altar!

- Pois, deixem-se lá de cenas e vamos indo. – Emily também pegou no seu casaco e dirigiu-se para a porta de saída – Já avisaram os pais?

- Sim, eu telefonei-lhes há pouco. Estão no café da praia. – Dylan agarrou nas chaves do carro e ergueu-as para as mostrar – O meu pai deixou-me levá-lo! – fez um sorriso rasgado mas logo a seguir fez uma cara bastante séria – Mas temos de ter bué cuidado.

- Bem, não sou eu que o vou conduzir por isso… A responsabilidade não é da mana gémea, digo-te já!

- Sim, e por favor não nos mates. – disse Carolyn a rir-se enquanto ele aproximava dela.

- Tu e eu havemos de ser os únicos sobreviventes para contar esta história dramática. – enrolou um braço à volta do seu pescoço por cima dos seus ombros e soltou uma risadinha.

- Obrigada pela parte que me toca! – disse Emily.

- Tu não mereces, páh!

- Vamos indo antes que isto se torne discussão, ok?

Assim que saíram de casa eram mais ou menos umas 19 horas.

 

 

Desculpem n ter postado mais cedo mas já sabem o que foi ---> escola XS   Comentem mt ok??

Kisses 4 every 1

publicado por Anna às 15:03
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2011

Desculpas...

 

 

 

 

Queria pedir desculpas por não posta :S É que vou ter o teste intermédio na quarta e tenho mesmo de tirar pelo menos um suf alto pk se não... bem ja devem saber ~.~ E tenho andado a fazer dois trabalhos que andam a dar mt trabalhor. Entreguei um hoje e era suposto o outro ser para amanha mas o stor resolveu adiar Ainda bem :D! Portanto, conlusao: so devo postar na sexta ou no fim de semana se entretanto n tiver mais nada da school...

Espero que possam compreender :)

Kisses 4 every 1 <3

música: The pretty Reckles: Make me wanna die XD
publicado por Anna às 20:06
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Segunda-feira, 2 de Maio de 2011

Vida de Carolyn: Two lovers - 16º Capítulo

 

 

No outro dia de manhã Dylan acordou primeiro – por incrível que pareça – e foi fazer cama de Carolyn – por muito incrível que pareça! Foi ter ao seu quarto para ir tomar banho. Bateu à porta e Emily gritou de lá de dentro:

- Quem é?

- Sou eu, mana.

- Sim…E que queres?

- Humm… deixa ver. Esse é o meu quarto, não? Preciso de tomar banho, lavar os dentes, enfim, tratar de mim!

Emily suspirou e revirou os olhos – Ok, entra!

Ela estava sentada na cama com o cabelo molhado e já vestida.

- Qual era o problema de eu entrar no meu próprio quarto?

- Bem, é que o George está a tomar banho. E não convinha estares aqui agora porque ele está prestes a acabar.

- Ah pois… Não convinha mesmo. Então vai lá à casa de banho buscar as minhas coisas, por favor.

- Ok… - Emily arrastou-se da cama e depressa trouxe as coisas dele. Dylan estava a tirar a sua roupa do roupeiro. – Toma. – estendeu-lhe a escova e a pasta de dentes.

- Obrigado. – Agarrou nas coisas e foi para o quarto onde Carolyn ainda dormia ferrada. Sorriu ao vê-la dormir e dirigiu-se para a casa de banho.

Passado uns minutos Carolyn acordou com o som do chuveiro, vindo da casa de banho. Levantou-se e olhou para o despertador ao seu lado na mesa-de-cabeceira. Eram nove horas da manhã! Dylan não podia estar a tomar banho aquelas horas! Seria Emily? Levantou-se e arrastou-se até à porta da casa de banho. Bateu à porta e perguntou ensonada:

- Dylan? És tu?

- Yah!

- Ok. Tens ai o que precisas?

- Sim. Não te preocupes!

- Pois... é que eu não te queria ver pelado então... é melhor prevenir. – disse ela com a voz ainda um pouco esquisita. Dylan riu-se.

 Depois do banho, Dylan saiu da casa de banho já vestido. Carolyn estava deitada na cama com o computador no colo. Dylan sacudiu o cabelo e foi sentar-se ao seu lado.

- Que vês?

- Como está o mar hoje. Acho que ainda podiam ir surfar hoje. – Carolyn olhou para ele – E ensinar-me, claro!

- Ok! Quero-te ver em cima duma prancha! – deu uma gargalhada – Vai ser lindo!

- Achas que não consigo?!

- Não sei, veremos. – encostou-se a ela e por fim perguntou com um sorriso caloroso – Dormiste bem?

Carolyn riu-se – Sim. Tive um bocado de calor porque tu és muito quente.

- Sou lobisomem… - sussurrou com um ar sinistro. Carolyn riu-se e ele fez o mesmo. 

Depois de Carolyn tomar banho, de tomarem todos o pequeno-almoço e de arrumarem as coisas na carrinha velha de Dylan – onde costumava levar pranchas, fatos e outras coisas menos importantes – foram até à casa de Kate e de Harry como anteriormente tinham combinado e como todos os dias em todos os Verões faziam. Emily saiu da carrinha e foi chamá-los. Emily e Kate eram inseparáveis desde que se conheceram. Ansiavam que os oito meses de escolaridade passassem para estarem juntas no Verão. Dylan, Harry, Kate e Emily conheceram-se na Surf School da melhor praia de Miami há três anos quando passaram para o 9º ano – George só se juntou ao grupo mais tarde quando Dylan passou a convida-lo para vir passar as férias consigo em Miami. Desde então ficaram inseparáveis. Todos os dias agarravam-se às pranchas e lá iam eles direitinhos ao mar. Este ano não estavam tão obcecados quanto ao surf devido ao estado do mar – tinha estado com bandeira verde desde que haviam chegado. Mas hoje era um dia em cheio! O mar estava com bandeira amarela e as ondas estavam maravilhosas.

Carolyn estendeu as toalhas de todos em frente do chapéu-de-sol e deitou-se na sua. Kate deitou-se ao lado de Carolyn – na toalha dela.

- Ei Carolyn, queres ir dar um mergulho?

- Eu também quero! – disse Emily a descalçar as sandálias.

- Ok! – Carolyn levantou-se seguida de Kate – E os meninos? – Ela virou-se para eles que estavam sentados em cima das pranchas deitadas na areia.

- Não me apetece… – disse Dylan esfregando as pálpebras.

- Anda lá! – Carolyn aproximou-se dele a começou a puxa-lo pelos braços. Mas não o conseguia levantar, ele era pesado – Vá lá! Levanta-me esse rabo daí! – Ela continuava a fazer força sem sucesso e ele puxou-a para si. Ela caiu para o colo dele.

- Que foi?

- Fica aqui comigo. Elas são más influências. – disse com um sorriso matreiro.

Emily cruzou os braços sobre o peito – Olha quem fala! Anda lá Carolyn, deixa-o ai a torrar. - Carolyn começou a levantar-se mas ele puxou-a de novo para o seu colo.

- Dylan… deixa-me ir.

- Não vás! Fica aqui.

- Dylan! Eu quero ir à água, se quiseres vir vens, se não, não vens! – Carolyn levantou-se e foi em direcção à água seguida por Kate e Emily que se estavam a rir.

- Espera! – correu atrás dela e enrolou os seus braços em volta do pescoço de Carolyn, por cima dos seus ombros apanhando-a de costas.

- Agora já vens! – virou-se para ele.

- Gosto bué de te aborrecer… – sorriu ladinamente – Queres o quê? É giro!

- É preciso ter uma paciência, men! Só tu é que me fazes perde-la!

- Uau! Sinto-me especial… - sorriu com um ar provocador.

- Pois, pois… - virou-se para a frente e continuou a caminhar para a água na direcção de Emily e Kate que já estavam na zona da rebentação.

- Eu sei… tu gostas demasiado de mim para desistires de me aturar – passou a caminhar a sua lado – Sou demasiado atraente.

- És mesmo convencido, Dylan!

- Tu gostas, não é? – Carolyn revirou os olhos – ‘Tou a brincar...! – entretanto chegaram ao pé de Emily e Kate que estavam a rir-se duma piada qualquer.

- Olha, o teu irmão diz que é demasiado atraente.

- Desculpa lá! Tu é que deves ser demasiado atraente, porque ele é que nunca te larga.

- Não, não. Ela também é atraente sim senhora. Mas eu sou ainda mais! - Dylan piscou o olho e fez um ar sedutor.

- ‘Tá bem Amélia! Vai-te gabando! – ripostou Emily.  

- É páh! Tu hoje andas-te a esticar muito, maninha!

- Ora, ora… Mas agora é vossemecê que me vai impedir?! – disse assentando as mãos na cintura. Dylan riu-se, agarrou em Emily, correu mais para o mar e atirou-a para a água. Kate e Carolyn só se riam.

- ‘Tá um gelo! – gritou Emily a apressar-se para sair da água.

- Agora é a tua vez, miss atraente! – Carolyn começou a correr dum lado para o outro e a berrar. Mas Dylan como é bem mais rápido, rapidamente a agarrou pegando-a ao colo.

- Dylan, tu não faças isso, por amor de Deus! Vou apanhar um choque térmico! – suplicou Carolyn com a respiração irregular enquanto ele se dirijia para a água.

- Se me beijares eu largo-te. – disse a sorrir para ela. Ela deu-lhe um beijo apressado na bochecha e depois riu-se.

- Já está! Agora larga-me, Dylan! Vá lá! – disse falando depressa e cada vez mais alto conforme ele se aproximava ainda mais da água.

- Isso não chega. – fez um sorriso rasgado e parou mesmo à beira da água – Uma chapa ou nada feito.

- Mas, Dylan…

- Uma chapa ou nada feito. – repetiu outra vez.

- Tu não me podes fazer isto! Eu ‘tou muito quente e a água ‘tá um gelo…

- E…

- E… não e deixas-te acabar!

- Então acaba lá.

- Vou apanhar um choque térmico!

- Não faças filmes… Já te conheço bem! Não vai doer nada…

- Vai doer sim! Se o Dave souber, vai-lhe doer muito o coração!

- Quero que se lixe o Dave! – disse indiferente - Ele não é para aqui chamado.

- Dylan, agora a sério.

- É como se me tivesses a dar um beijo na cara. Lábios e pele é quase a mesma coisa! – Carolyn bufou.

- É pois. Então não é!

- Só uma chapa, Carolyn… - Ela agarrou-lhe na cara dele, puxou-a para si e uniu os seus lábios aos dele.

- Já está. Agora mete-me no chão!

- Uau! – exclamou a sorrir.

- Foi só uma chapa, Dylan. – disse secamente enquanto ele a punha no chão.

- Não é isso. – Bem no fundo também era isso – Os teus lábios sabem a… mel.

- A sério? – sorriu.

- Podes querer!

- Se calhar foi dos cereais com mel hoje de manhã. – disse enquanto se dirigiam para as toalhas.

Dylan encolheu os ombros.

- Talvez, não sei.

 

Desculpem n ter postado mais cedo mas esta semana teve muito preenchida com a escola :| Mas pronto, agora n sei quando posto por causa do teste intermédio de matemática e de mais uns trabalhos ... mas prometo que vou tentar :D

kisses 4 every1 <3

sinto-me: cansada... :O
publicado por Anna às 23:28
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