Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

Vida de Carolyn: Two Lovers - 3º Capítulo

 

 

Dylan logo entendeu o porquê de achar que a cara de Carolyn lhe era familiar. Ele já a tinha visto na empresa dos seus pais. Até já se tinham cumprimentado anteriormente mas como já tinha sido há algum tempo, não se lembravam um do outro. Eles cumprimentaram-se dando apenas dois beijos na cara um do outro e depois seguiram com as suas vidas. Essa altura fora há aproximadamente um ano. Pois era normal que não se lembrassem um do outro. Afinal, ambos estavam diferentes.

Dylan chamou pelo pai. O Srº Rogers achando aquilo estranho virou-se para trás e deparou-se com o seu filho, Dylan.

- Dylan?! Que estás aqui a fazer? Viste a morada que deixei no frigorífico e vieste cá ter? – disse o Sr.º Rogers aproximando-se de Dylan.

- Ah? Morada? – perguntou Dylan que não estava a entender nadinha.

- Sim, deixei um lembrete na porta do frigorífico para o caso de precisares de mim. É que o meu telemóvel estragou-se.

- Ahhh – disse Dylan que fingia que tinha visto o lembrete (pois Dylan nunca ligava a nada do que os pais lhe diziam) – Sim foi isso. Eu vi a morada e vim cá ter.

- Mas aconteceu alguma coisa?

- Não, foi só que eu deixei as chaves de casa em casa e agora não tinha como entrar em casa. Por isso vim cá ter. – mentiu Dylan.

- Ah foi só isso? Então está bem. Vejo que já arranjaste companhia – disse o Sr.º Rogers referindo-se a Carolyn – por isso podes esperar até que eu acabe de falar com o Carl e depois vamos para casa.

- Humm… - Dylan olhou para Carolyn e ela escolheu os ombros – Ok.

Carolyn agarrou no saco de gelo que a mãe lhe tinha trazido e puxou Dylan para as escadas. Subiram as escadas e entraram no quarto de Carolyn. Dylan entrou à frente dela e ela fechou a porta.

- Deixa ver se eu percebi. – disse Carolyn coxeando até à cadeira da sua secretária e Dylan sentou-se na sua cama – O teu pai é o patrão do meu?!

- Yap!

- E tu vieste cá porque te esqueces-te das chaves de casa. Então já sabias que eu era filha de um sujeito que trabalhava para o teu pai?

- Não. Essa parte da história já fui eu que aldrabei. – disse ele sorrindo maldosamente - Eu moro em Santa Mónica e por acaso hoje vim cá para me encontrar com um amigo meu. O meu pai agora anda a deixar bilhetinhos com a morada dos sítios onde ele vai para o caso de acontecerem coisas como estas que eu disse que tinha acontecido. O problem é que eu não ligo a nada do que eles dizem.

- E porque é que não lhe disseste que ias a casa de um amigo teu e que não viste o lembrete? Ele chateavasse?

- Não! Ele só se chateava se soubesse que eu ia a casa do George.

- Porquê?

- Porque o gajo teve uma altura em que estava com os problemas na droga. E assim que o meu pai soube que eu era bué amigo dele, disse-me que não queria que eu andasse mais com ele.

- E tu andas metido com drogas?!

- Não, nada disso. Eu ando a ajuda-lo. Mas yah, eu já provei e tal… mas não fiquei dependente.

- Ah ok!

A partir daquela frase começou a ficar um silêncio constrangedor. Carolyn estava de cabeça baixa a olhar para o chão quando Dylan disse:

- Então… não vais pôr o gelo na perna?

- Ah yah! Carolyn sentou-se na cama ao lado de Dylan. Esticou a perna e pôs o saco com o gelo em cima da perna. Vicaram os dois sentados lado a lado na cama. Carolyn varreu Dylan com o olhar e depois perguntou-lhe – Então… o que é que tens feito do Verão?

Dylan olhou-a com um sorriso e respondeu: - Nada de jeito, só ando dum lado para o outro na minha mota. Às vezes vou para casa de uns amigos, outras ando por aí.

- Então estás na mesma situação que eu. Só que a minha ainda ‘tá pior! Não vou a casa dos amigos porque ninguém está cá!

- Pois…

Mais uma vez o silêncio instalou-se e Dylan olhava em volta para arranjar um tema de conversa mas Carolyn não estava muito preocupada com isso.

- Sabes uma coisa? – Dylan olhou-a nos olhos e disse: - Tens uns olhos bonitos.

Carolyn deu uma gargalhada e depois baixou a cabeça e corou. Depois ergueu-a olhando para Dylan que estava com um ar irresistível.

- Dylan… Estás com azar. Eu tenho namorado. – a expressão de matador de Dylan foi-se completamente e ele corou.

- Desculpa. A verdade é que… és mesmo gira. O teu gajo tem sorte! – Dylan sorriu e corou ainda mais.

- Bem… fala-me sobre ti! – Carolyn já estava a ficar sufocada daquele ambiente. Na verdade Carolyn gostava de ser amiga de Dylan mas não mais do que isso.

- Sobre mim?

- Sim. O que gostas, o que fazes, o que queres…

- Bem, eu… gosto de surf, da praia, de rock, da noite… e de miami. Sou louco por miami! Gosto de desobedecer, sou um tipo rebelde.

Carolyn deu uma gargalhada e disse:

- Deve ser por causa da praia e do surf que és assim tão moreno.

- Yah. – Dylan olhou-a com um sorriso.

Carolyn olhou para os olhos de Dylan e perguntou:

- Tipo, é raro ver people de olhos verdes por aqui. E os teus são mesmo verdes! Não são lentes de contacto ou assim?

- Não. São mesmo assim. Tenho família cabo verdiana da parte da mãe, é por isso. Agora fala-me tu sobre ti. – pediu Dylan sorrindo-lhe.

- Sobre mim… Bem, eu gosto de praia, da Primavera e também do Verão, gosto de… pop, rock, e de ter os amigos por perto. Detesto quando estou sozinha!

- Yah, também sou assim. Gosto de andar sempre em grupo. E tenho vários grupos de amigos. Tipo… um para fazer asneira, outro para fazer ainda mais asneira e outro para fazer todo o tipo de asneira! É o que eu digo… sou rebelde.

- Rebelde, eu não sou muito. Gosto de sair e tal… mas não faço muita asneira.

- Já fumaste?

- Já experimentei… mas não fumo.

- É como eu, já me droguei e fumei e bebi… mas não sou dependente de nada!

De repente ouve-se o puxador da porta a rodar e entra o Sr.º Williams. Carolyn e Dylan levantam-se da cama.

- Querida, tenho uma notícia para vos dar. – disse o Sr.º Williams.

Carolyn sorriu ligeiramente mas com estranheza.

- Daqui a dois dias vamos para Miami para a casa de férias do Nicholas e da Louise, os pais do Dylan. – disse o Sr.º Williams com um sorriso.

 

 

A historia vai mudar completamente e vai ser mt mt cool! FIQUEM PARA VER!

 

6 comentários --- BJS

publicado por Anna às 14:01
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Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

Vida de Carolyn: Two Lovers - 2º Capítulo

 

 Quando abriu ligeiramente os olhos viu uma cabeça debruçada sobre si. Era alguém que estava de joelhos ao seu lado a tentar acorda-la dando-lhe ligeiras chapadas na face. Era um rapaz com cabelo aos caracóis castanhos-claros cor de mel, olhos verdes densos e pele morena. Ela abriu ainda mais os olhos e seguidamente sentou-se o chão. O rapaz olhou para Carolyn e achou que a sua cara lhe era familiar. Mas deixou esse pensamento para trás e levantou-se de imediato.

- Tipo, quem és tu? – interrogou Carolyn ainda um pouco combalida.

- Sou o tipo que te atropelou agora mesmo. – mordeu o lábio – Desculpa, desculpa mesmo! Estás bem? É preciso levar-te ao hospital ou assim?

- Não, não é preciso! – Carolyn começou a ficar rabugenta – Só tenho a cabeça um bocado à roda e dói-me a perna.

O rapaz olhou para a perna direita de Carolyn e viu uma nódoa negra do tamanho de uma mão. Ele aproximou-se mais rastejando de joelhos e agarrou delicadamente na perna dela.

- Estás a fazer?! – Carolyn deu uma chapada na mão do rapaz.

- Estou a ver a nódoa negra. ‘Tá um bocado feia

- Pois claro que ‘tá feia! Fui atropelada por um idiota! Não havia de estar bonita! – Carolyn já estava a ficar mesmo, mesmo impertinente. O Verão não estava a ser o que desejava. E agora, para piorar as coisas tinha-lhe passado uma mota em cima e tinha uma nódoa negra monstruosa na perna que prometia ser uma grande chatice!   

- Calma miúda! Não te enerves. Teria sido pior se tivesse a andar mais depressa. Tiveste sorte. – disse ele levantando-se do chão lentamente.

 - Ah! Sorte dizes tu! – Carolyn pôs uma mão no chão a tentar levantar-se.

Ele estendeu-lhe a mão e perguntou:

- Ajuda?

- Não vou aceitar ajuda de um estúpido despistado como tu! – ele deu uma gargalhada e ela olhou-o com um ar matador levantando as sobrancelhas.

- Vá lá! Foi um acidente! Podíamos fazer as pazes. Vamos começar tudo de novo como se isto não tivesse acontecido! – disse ele fazendo um ar amável – Eu começo! – Carolyn fez um sorriso ligeiro e levantou novamente as sobrancelhas – Ei, o meu nome é Dylan… e o teu?

- Oh, por amor de deus!

- A sério! Diz-me só o teu nome.

- Carolyn. – murmurou ela.

- Então, Carolyn… queres ajuda… outra vez? – Dylan estendeu a sua mão mais uma vez.

Carolyn bufou e içou a sua mão para a mão de Dylan. Dylan puxou-a para si e puxou o braço de Carolyn para cima do seu ombro. Carolyn ficou um pouco envergonhada. Dylan levou Carolyn até à porta de sua casa apoiada no seu ombro. Bateram à porta e antes de alguém a abrir Carolyn murmurou:

- Vai dar uma coisinha má à minha mãe quando ela souber.

- Então não digas que isto aconteceu.

- Digo o quê então?

- Diz que caís-te e te magoaste.   

- Humm… - Carolyn mordeu o lábio – A nódoa negra é monstruosa. Não sei se ela cai nessa.

- Experimenta. – assim que Dylan proferiu esta palavra a Sr.ª Williams abriu a porta.

- Olá… Quem é o teu amigo? – A Sr.ª Williams sorriu ligeiramente pois estava a achar estranho o facto de Carolyn estar “abraçada” a Dylan. A Sr.ª Williams ainda não tinha reparado que Carolyn estava apenas apoiada numa perna e que tinha uma grande nódoa negra na perna direita.

-Mãe! Não é nada disso. Eu caí e fiz uma nódoa negra, e ele viu e veio ajudar-me. – Carolyn pôs-se de lado e mostrou a nódoa negra à mãe. 

- Oh querida, isso está enorme! Onde é que tu caís-te para fazeres esse estrago todo?! – perguntou a Sr.ª Williams super aflita.

- Escorreguei nas escadas e dei com a perna na ponta do corrimão.

- Ai filha, eu vou buscar um saquinho com gelo para pores em cima disso. – a Sr.ª Williams foi em direcção à cozinha toda preocupada.

- Uff, safei-me desta! Ainda bem que a minha mãe não é médica ou assim. Porque senão já tinha topado que isto era tudo mentira.

- Yah, ainda bem! – Dylan sorriu para Carolyn e depois ouviu uma voz que lhe era muito familiar. Dylan olhou para de onde vinha a voz e viu um homem que lhe pareceu ser o seu pai. Ele olhou melhor e viu que era mesmo! Era o seu pai a falar com um outro homem. Aí Dylan juntou todas as peças e percebeu tudo: o pai tinha vindo trabalhar para casa de um colega, que… era o pai de Carolyn! Dylan logo entendeu o porquê de achar que a cara de Carolyn lhe era familiar. Ele já a tinha visto na empresa dos seus pais. Até já se tinham cumprimentado anteriormente mas como já tinha sido há algum tempo, não se lembravam um do outro.

 

 

Então tá interessante? Espero q shim :)) N se esqueçam: 6 Comentarios

 

BJS

 

P.S. -Nao percam o proximo capitulo nem os seguintes pk é apartir daki que vai ficar + interessante!

publicado por Anna às 22:38
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Domingo, 20 de Fevereiro de 2011

Vida de Carolyn: Two Lovers - 1º Capítulo

A escola tinha terminado há duas semanas e Carolyn continuava sem ter entretenimento se não a televisão e o computador. Estava farta, e portanto dirigiu-se à cozinha para falar com a mãe. A Sr.ª Williams estava a fazer o almoço ao fogão quando ouviu passos e virou-se para trás. Viu Carolyn que se apoiou no balcão e exclamou:

- Não suporto mais isto! – A Sr.ª Williams voltou-se de costas para Carolyn e continuou com o que estava a fazer - Ai é assim?! Vais continuar a ignorar-me como se não fosse nada!

A Sr.ª Williams voltou-se para Carolyn e disse calmamente:

- Querida, já falamos disto várias vezes. Não quero repetir tudo outra vez. Vais ter de aceitar isto quer queiras quer não!

- Estou a apanhar a seca do século enquanto toda a gente se diverte lá fora! Mais valia ter aceitado o convite do Dave e ter ido com ele acampar para Detroit!

- Lá por ser teu namorado não quer dizer que tenhas de ir com ele para todo o lado! – a Sr.ª Williams largou a panela que estava a mexer, deu a volta ao balcão e aproximou-se mais de Carolyn – Querida, o teu pai está a fazer os possíveis para conseguir acabar o trabalho aqui em Santa Barbara para irmos finalmente de férias para um lugar qualquer. Aguenta só mais um tempo. A cidade é grande, vai procurar alguns amigos lá do liceu para te entreteres. Até o teu pai não acabar o trabalho que tem na empresa não vamos a lado nenhum.

Assim que a Sr.ª Williams acabou de proferir as últimas palavras Carolyn foi para o seu quarto. Subiu as escadas num ápice e fechou-se no quarto. Pegou no telemóvel e teclou o número de telemóvel de Dave. Carolyn precisava de ouvir a sua doce voz. Passara já muito tempo sem Dave. Ele era como a sua maior necessidade, quando estava com ele o mundo parava. Esperou, esperou, e finalmente ouviu a sua voz.

- Estou?

- Ei, Tudo bem?

- Quem fala?

- Sou eu, Dave. Carolyn.

- Ei! Então amor, ‘ta tudo?

- Nem por isso. Isto está uma autêntica seca! Nem imaginas o quanto preciso de ti aqui agora.

- Eu também queria estar contigo aqui. Preciso muito de te abraçar. Nem sabes o quanto!

- Não tenho tido nada para fazer! Só me apetece ir à praia.

- Estão porque é que não vais?

- Ah, não tenho ninguém para ir comigo.

- Pois, isso é chato…

- Bem, e tu, como é o acampamento?

- Engraçado. Já fomos pescar e explorar e… já estamos fartos de insectos!

Carolyn soltou uma gargalhada – LOL!

- Yah! E não sabes da melhor!

- O quê?

- Quando fomos pescar o meu pai desequilibrou-se em cima do barco e caiu à água! – Carolyn riu outra vez mas com mais intuição – E, quando se agarrou ao barco para subir, virou o barco sem querer e fomos todos à água! A minha mãe não achou lá muita piada, mas nós fartamo-nos de rir!

- Quem me dera ter visto!

- Quem me dera que a tua mãe te tivesse deixado vir comigo…

- Eu sei, é uma pena. Mas… Eu até a percebo. Como o meu pai tem andado pouco tempo connosco ela queria que eu esperasse um tempo até ele acabar o trabalho que é para depois passarmos as férias em família.

- Yah. Se tivesses ido comigo ias passar um mês e meio se vê-los.

- Pois… - Nesse instante a campainha tocou e a Sr.ª Williams chamou Carolyn para ir abrir a porta porque ela estava ocupada. – A, Dave… tenho que ir… A minha mãe está a chamar-me.

- Ok! Olha, não te admires de me ligares e não estar disponível. Porque onde estou por vezes não tenho rede.

- Humm, está bem! Então… tenho mesmo de ir. Beijos. Amo-te!

- Xau. Também te amo!

Carolyn desligou o telemóvel e foi até à porta velozmente. Abriu a porta e deparou-se com um homem vestido de fato e gravata. Tinha ar de rico e importante. Devia ter uns 40 anos. Carolyn reconheceu-o logo. “É o patrão do meu pai!” – pensou. O homem olhou-a com um sorriso e disse:

- Olá boneca! O teu pai está?

- Ah, sim está. Entre! – o homem entrou e o Sr.º Williams aproximou-se deles.

Cumprimentou-o e disse:

- Olá Nicholas! O como está?

- Bem obrigada! E o Carl?

- Também. Não se preocupe que o almoço está quase pronto.

O Sr.º Rogers deu uma gargalhada e foi com o Sr.º Williams para a sala de estar. Carolyn achou aquilo estranho e foi ter com a mãe à cozinha.

- Mãe, o patrão do pai vem cá almoçar?

- Sim, vem. – respondeu ela calmamente.

- E porquê?

- Bem, o teu pai tinha de resolver uns assuntos com o Sr.º Rogers por isso o teu pai aproveitou e convidou-o para almoçar connosco.

- Ah, ok. Queres que ponha a mesa?

- Sim por favor.

Carolyn agarrou nos pratos e começou a pôr a mesa. Depois do almoço Carolyn decidiu ir dar uma volta pela cidade, portanto dirigiu-se à porta. Quando fechou a porta deu uns passos em frente e dirigiu-se à beira da estrada para a atravessar. Quando deu um passo para a estrada ouviu um som de uma mota que se tornava cada vez mais alto. Carolyn olhou para de onde vinha o som e deparou-se com uma mota que vinha na sua direcção. Carolyn arregalou os olhos e tentou gritar. Mas o grito ficou estrangulado na sua garganta e, quando deu por si estava deitada na estrada de alcatrão. Quando abriu ligeiramente os olhos viu uma cabeça debruçada sobre si. Era alguém que estava a tentar acorda-la dando-lhe umas chapadas na face. Era um rapaz com cabelo aos caracóis castanhos-claros cor de mel, olhos verdes e uma pele morena.   

 

 

Então estão a gostar e querem saber o que vai acontecer?? Então 6 comentários, please!

 

BJS 8D

 

 

sinto-me: Viciada em escrever! ;)
música: DJ got us fallin'in love - Usher
publicado por Anna às 00:00
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Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011

My second story - Vida de Carolyn: Two Lovers

As férias chegaram e Carolyn e os pais não têm planos, pois o pai de Carolyn tem trabalho na empresa e não vai poder sair de Santa Barbara, Califórnia, USA. Dave – o seu namorado – vai acampar para Detroit, USA, com os pais e Emma – a sua melhor amiga – vai para fora do país. Carolyn fica sem amigos para passar o Verão em Santa Barbara. Mas algo vai mudar. Carolyn conhece um rapaz, Dylan, tem caracóis cor de mel, olhos verdes, pele bronzeada e que é amante do surf. Dylan vive em Santa Mónica, Califórnia, USA, que não é muito longe de Santa Barbara. É sobre Carolyn e de Dylan que a história vai falar. Este Verão ao lado de Dylan vai mudar os sentimentos de Carolyn? E o que acontece com Dave? Fica para ler esta história!

publicado por Anna às 12:27
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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011

Último Capítulo!!! - 23º Capítulo

 

 

Ei girls! Este vai ser o último capítulo da minha story! Mas calma, este é o fim da primeira historia! A segunda historia vai ser a continuação desta, com as mesmas personagens, e também personagens novas! Depois de publicar este ultimo capitulo vou publicar um pequeno resumo do que vai sera proxima story!  NAo percam! Prometo que proxima historia vai ser bombastica!

 

 

Maio tinha passado num instante e agora dava lugar a Junho. Já começava a apetecer a praia e os grupinhos de amigos juntavam-se e combinavam idas à maravilhosa praia de Santa Barbara depois das aulas. Victoria não se tinha tornado um pessoa melhor. Nem pior. Era a mesma de sempre mas a única diferença era que já não se importava tanto com Dave e Carolyn. Decidiu pedir a Daniel Hopkins – aquele com quem ela costumava curtir de vez em quando – para ser o seu par no baile de Verão. E, passados dois dias, Victoria e Daniel decidiram tornar a relação mais séria, então começaram a namorar. Carolyn e Dave passavam os dias inteirinhos juntos. Muitas vezes saiam à noite. Iam ao cinema, jantar fora e à tarde, à praia. Nas aulas acabavam-se os últimos trabalhos e faziam-se auto-avaliações. Eram os últimos dias de aulas e toda a gente começava a planear as férias. Mas antes de começarem as férias havia o baile de Verão.

Esse dia tinha finalmente chegado e Dave estava parado à porta da casa de Carolyn no carro do seu pai. Tinha-o pedido emprestado para aquela ocasião. Carolyn olhou pela janela do seu quarto e não reconheceu o carro, por isso não desceu. Agarrou no telemóvel e mandou uma mensagem a Dave: “És tu que estás à minha porta dentro dum carro? ”. E Dave rapidamente respondeu: “Sim, sou. Despacha-te lá se não ainda chegamos atrasados!”. Dave colocou a cabeça de for a pela janela aberta do carro e piscou-lhe o olho. Carolyn sorriu e fechou a janela. Calçou rapidamente os sapatos pretos de salto alto, agarrou na malinha do conjunto, desceu as escadas e saiu porta fora. Antes de abrir a porta do carro e entrar, Carolyn olhou pela janela do carro que estava aberta.

- Onde arranjaste este carro? – perguntou Carolyn olhando melhor para o interior.

- É o do meu pai.

- Ele emprestou-to?

- Yap! – Dave pôs o braço por cima do banco do lado. Fez um olhar cativante para Carolyn e ela retribuiu-lhe com um sorriso – Entra.

Carolyn entrou no carro e fechou a porta. Dave olhou-a de alto a baixo e reparou no seu vestido lilás curto com alças e com um cinto preto um pouco acima da barriga.

- Mas que brasa!

Carolyn corou e levantou uma sobrancelha – Só para ti! – Carolyn olhou para as jeans e a camisa branca que Dave trazia e disse – Tu também estás giro! Quer disser… - Carolyn sorriu ligeiramente – Estás sempre giro! – Dave puxou o queixo de Carolyn e espetou-lhe um beijo selvagem.

De repente o telemóvel de Carolyn tocou. Carolyn separou o beijo e disse:

- Deve ser a Emma a perguntar por nós. Arranca que estamos atrasados. – Dave carregou no acelerador e partiram.

Passado uns minutos Dave e Carolyn já tinham chegado ao liceu. Dave saiu do carro e foi abrir a porta de Carolyn. Era uma noite quente de pré-verão mas também havia um vento leve que aliviava os mais “encalorados”. A musica bombava e as luzes de variadas cores movimentavam-se dum lado para o outro. Dave e Carolyn entraram no recinto da festa. Estava toda a gente a dançar euforicamente. Rapidamente Emma e John vieram ao seu encontro. Cumprimentaram-se e Carolyn olhou Emma de alto a baixo.

- OMG, tu estás um espanto! – Carolyn pasmou-se com o vestido curto, justo azul ciano de costas abertas que Emma tinha vestido.

- Ela é um espanto! – disse John puxando Emma contra si.

- Bora sentarmo-nos nas mesas? Aproveito e como um pudim. – Carolyn olhou-o com estranheza – O que é?!

- Não és mais o esquisitinho dos doces?

-Acho que não. Descobri que o pudim é bom. – Começaram-se todos a rir excepto Dave que encolheu os ombros e dirigiu-se à mesa dos doces.

Depois de Dave ter ido buscar o pudim foi juntar-se à mesa com Emma, Carolyn, John e mais dois rapazes do liceu.

- Eu vou ficar por cá em Santa Barbara. – disse John.

- Eu vou para o Brasil, outra vez! Os meus pais não se cansam! – exclamou Emma.

- O que é que estão a falar? – questionou Dave que não estava a par da conversa.

- Sobre o que vamos fazer estas férias. – respondeu Kevin, um amigo deles.

- Ah, eu ontem falei com os meus pais e acho que vamos acampar. – disse Dave comendo a ultima colherada do seu pudim.

- O quê?! Então não ficas em santa Barbara? – perguntou Carolyn.

- Não, pelos vistos o meu pai tem um amigo que conhece todos os locais de campismo em Detroit, e ele convidou-nos para irmos lá passar uma semana com ele. Mas não vamos só acampar. Isso é só durante uma semana. Depois vamos lá para a casa dele no meio do campo passar um mês inteiro! Vai ser brutal! Nunca fui a Detroit!

- Mas isso é do outro lado da América! Nem acredito que vou ficar um mês inteiro sozinha aqui! – Carolyn bufou e afundou-se na cadeira – A Emma vai estar fora e tu também. Como é que hei-de sobreviver?

- Mas vais passar o Verão inteiro aqui sozinha?! – questionou John boquiaberto.

- Em princípio sim. Como o meu pai tem trabalho vamos ter de ficar por cá.

Emma afastou o cabelo ruivo ondulado comprido da cara e perguntou a Carolyn:

- E porque é que a tua mãe não vai passar um tempo contigo a um lugar qualquer enquanto o teu pai está cá a trabalhar?

-Porque a minha mãe é uma chata e diz que seria injusto para com o meu pai e, que tínhamos de passar as férias em família.

- Isso é mesmo mau! – comentou Kevin.

- Ainda não me tinhas dito isso. – disse Dave ajeitando o cabelo castanho.

- Soube ontem. E tu quando é que soubeste que ias para Detroit?

- Também soube ontem à tarde. – Dave suspirou olhando para o seu colo e depois levantou a cabeça repentinamente – E se fosses comigo?

- A minha mãe quer passar as férias em família. Por isso tenho a certeza que ela não vai deixar.

- Havemos de arranjar uma solução para esse problem. Anda dançar comigo, anda. – Dave agarrou na mão de Carolyn e puxou-a para o meio da multidão a dançar exaltada.

Dave e Carolyn dançaram a noite inteira esquecendo o problema das férias de Verão.  Já eram 3 horas da manhã e Dave foi levar Carolyn de volta a casa. Parou o carro à porta da casa e ficou a olhar para Carolyn.

- Como é que vai ser? Só faltam 3 dias para acabar a escola e daqui a uma semana provavelmente embarco para Detroit.

- Não sei. Vou falar com a minha mãe sobre ir contigo, mas, não sei se vou conseguir. Ela é muito difícil de convencer. – Carolyn olhou para Dave com ternura e abraçou-o com genica.

Passar tanto tempo longe da pessoa que amamos pode ser muito difícil. Principalmente quando estamos habituados a estar com essa pessoa todos os dias. Um mês e pouco pode parecer pouco, mas quando não temos nada para fazer torna-se num pesadelo. Sem amigos para passar o Verão ia ser difícil. Ainda por cima sem sair da sua terra - Santa Barbara. Quem sabe, as férias de Carolyn não iram mudar completamente?

 

 

Não te esqueças de comentar! :p 

 

 

P.S. - Please divulguem o blog, está com poucos leitores e como vou começar uma nova story queria que houvessem mais leitores.... Axo que vam gostas imenso desta nova fase! bjs XD

publicado por Anna às 22:20
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Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011

22º Capítulo

A brisa da Primavera chocava na face de Dave e os seus cabelos castanhos agitavam-se ao de leve. Eram 17h e Dave caminhava pela rua a cima em direcção à mansão de Victoria. Quando chegou ao grande portão da casa de Victoria, tocou à campainha. Sem ninguém dar uma palavra pela campainha o portão abriu-se. Dave estranhou aquele feito mas entrou. A casa tinha em seu redor um grande jardim, todo ele arranjado. Tinha as mais diversas plantas de todas as cores e grandes luxos: chafarizes lindíssimos, cadeiras de baloiço, pequenos lagos enfeitados com pedrinhas e nenúfares, uma grande piscina, um bar e algumas espreguiçadeiras.

Dave avançou em direcção à porta da casa que estava encostada.

Dave espreitou para dentro da casa e depois empurrou a porta. Decidiu entrar e ficou ali no hall olhando em redor para ver se alguém o atendia. Chamou por Victoria e ela depressa respondeu:

- Dave, aqui em cima!

Dave subiu as escadas e dirigiu-se para a porta do quarto de Victoria. Dave já conhecia parte da casa. Principalmente o quarto de Victoria. Pois quando Dave e Victoria namoravam, no ano passado, Dave vinha todas as tardes, ou quase todas, para a casa de Victoria. Dave entrou mas ficou parado junto da porta. Viu Victoria sentada na cadeira do seu tocador virada de costas para a porta. Victoria depressa se apercebeu da chegada de Dave e virou-se para trás.

- Olá, tudo bem?

- Sim… – Dave olhava em volta admirando o luxuoso quarto de Victoria – Está tudo.

Victoria levantou-se da cadeira e aproximou-se mais de Dave. Afastou o cabelo da cara com um movimento snob e disse:

 - Então, o que é que querias falar?

Dave começava a adivinhar a intenção de Victoria e por isso afastou-se dela e sentou-se na cadeira da secretária de Victoria.

- Eu queria ter uma conversa séria contigo sobre o que está a acontecer ultimamente. – o sorriso de Victoria foi-se e ela franziu a sobrancelha –Victoria, vais ter de aceitar a minha decisão.

- A… Que decisão? – perguntou Victoria.

- Eu escolhi a Carolyn, e não queria que continuasses a insistir para que eu mudasse de ideias. Simplesmente não vou mudar. Já tomei a minha decisão há muito tempo.

- Mas eu não percebo! O que é que eu fiz para me deixares assim dum dia para o outro?! Nós éramos o par perfeito! – A paciência de Victoria desapareceu mas Dave não respondeu aquela afirmação. Apenas suspirou e olhou para baixo. Victoria voltou a aproximar-se dele pousando as suas mãos nos seus ombro. Dave voltou a olhar para cima. Victoria ficou a fita-lo com os olhos por uns momentos e depois inclinou-se para a frente na intenção de o beijar. Dave tirou as mãos de Victoria dos seus ombros não muito bruscamente e afastou-se dela.

- Não. Desculpa mas não vale a pena tentares. As coisas entre nós não resultaram e nunca mais hão-de resultar.
- Podem vir a resultar, sim! Se quiseres que eu mude eu mudo! Mas Please, dá-me uma segunda oportunidade!

- Desculpa. Mas não vou voltar atrás com a minha decisão! Só te peço para não fazeres mais loucuras! Respeita-me.

- Não sei se consigo. O que houve entre nós foi especial. E não pode ser esquecido assim dum momento para o outro! Nós namoramos 16 meses! Um ano e meio! E eu não sei o que te deu para me trocares assim! Ainda por cima por uma gaja como a Carolyn, que é um autêntico pãozinho sem sal!

- Eu e a Carolyn namoramos já há 7 meses. Desde o inicio do ano! E neste momento já não à nada que possas fazer. E se não compreendes isto, não vale a pena voltares a falar comigo! Nós não precisamos de nos odiar nem amar! Podemos ser só amigos. Mas só amigos! – Dave puxou a mala para cima dum ombro e abriu a porta – Já deu para ver que não percebes nem queres saber do que sinto. Por isso, eu tenho mais que fazer!

- Dave espera! – Victoria agarrou-lhe na camisa e ele virou-se para ela.

- Tenho mais que fazer agora por isso vou andando!

- Eu posso mudar!

- Tu nunca hás de mudar. Hás de ser sempre a mesma de sempre. Achas que és melhor que toda a gente e não te preocupas com os outros, só contigo! Tu não prestas! E uma pessoa como tu não merece nada!

 

Victoria voltou para dentro do quarto. Dirigiu-se à sua casa de banho privada e ficou de cabeça baixa a olhar para o lavatório deixando as suas lágrimas irem pelo cano. Victoria virou-se para o espelho e viu o seu reflexo. Aquelas palavras de Dave entoaram nos seus ouvidos e fê-la engolir o orgulho que sentira toda a vida. Percebeu que peito grande, o cabelo louro, as pernas de cheerleader diariamente trabalhadas e a sua fama, não bastavam para ter tudo o que desejava. Até aquele momento todos os seus caprichos eram cumpridos e agora a realidade começava a toma-la por completo. Sentia-se como se estivesse a cair. Como se não houvesse chão. Estava abalada, abandonada, sozinha. As suas seguidoras – Sally e Jane – raramente queriam saber dela quando ela se encontrava mal. “Talvez sejam assim porque eu lhes faço o mesmo” – pensou. E essa era a verdade das verdades. Victoria nunca tentava ser simpática ou amável para com as outras pessoas. Nem sequer apoiava aquelas que dizia serem as suas melhores amigas – Sally e Jane. Só se preocupava em ter tudo o que queria e ser a mais popular. Na verdade Victoria só começou a ter realmente fama quando se juntou com o rapaz mais popular do liceu - Dave. O seu romance com Dave era um fascínio para a revista do colégio.  Também o facto de ser rica e de o seu pai ser uma figura muito importante foi mais uma razão para a fama. E foi assim que conseguiu ter realmente fama. As outras raparigas e até alguns rapazes temiam-na e nunca se atreviam a ripostar contra ela, pois ela arranjava maneira de os humilhar. Todas aquelas que queriam ser populares como Victoria arranjavam maneira de se tornarem amigas dela.  

 

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publicado por Anna às 14:16
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