Sábado, 27 de Fevereiro de 2010

3º Capítulo

- Ok, mas só toco se tu também tocares. – pediu Carolyn enquanto se levantava da cama.

- Mas como, se tu vais tocar nessa guitarra? Não podemos tocar os dois na mesma. – disse Dave.

- Claro, eu vou buscar a guitarra do meu pai. – disse Carolyn enquanto saia do quarto.

- Quem mais na tua família toca guitarra? – perguntou Dave em voz alta para Carolyn o ouvir no quarto dos pais.

- Sou só eu e o meu pai – disse dirigindo-se para o seu quarto. – Cada vez que vem cá a família eu e ele costumamos tocar-lhes uma música. É tipo… tradição.

E também cantam? – perguntou Dave enquanto afinava a guitarra.

Carolyn suspirou e disse:

- Sim, eu…eu também canto. Aliás, eu e o meu pai cantamos e tocamos. – disse Carolyn envergonhada enquanto lhe passava a guitarra do pai.

Dave agarrou na guitarra tocou uma nota e disse para Carolyn:

- E agora, também vais cantar? – perguntou de cara em baixo a olhar para a guitarra.

- Porquê? Queres que cante? – perguntou Carolyn a rir.

- Eu não me importo, desde que não raches os vidros. – disse Dave com cara de gozo – Estou a brincar! A decisão é tua.

- Está bem, eu vou cantar. – disse Carolyn sentando-se na cama virada de frente para Dave. – Começo eu?

- Sim. – disse Dave que parecia não se convencer de que Carolyn ia mesmo cantar.

Eram só eles em casa de Carolyn sentados na sua cama a fazerem uma coisa que gostavam, que tinham em comum, a música. 

                                            Entregue As Flores Desenhadas 14 Fotografia De Stock               

Os dias foram passando, Carolyn e Dave estavam cada vez mais proximos. Mas havia alguém que nem morta permitiria que acontecesse algo mais entre eles.

Numa manhã de Quarta-feira do final do mês de Outubro, Victoria entrou pela porta do colégio Dulwich, como fazia habitualmente, e estranhou a reacção dos colegas, ou melhor dizendo a “não reacção” dos colegas. Sim, porque todos os dias quando Victoria entrava no colégio era habitual ouvirem-se assobios, comentários de inveja entre as raparigas e a maior parte dos colegas até se afastavam para Victoria passar! Mas naquele momento nada de habitual acontecia. Até que Victiria mirou os olhares de toda aquela gente, e viu que se concentravam nalguma coisa atrás dela. Victoria virou-se e viu que era Dave que entrou no colégio com Carolyn. Victoria não queria acreditar no que estava a ver, Carolyn não só estava com o seu ex-namorado como também estava a ficar com as todas atenções para ela só porque estava com Dave.

  Sally e Jane viram que Victoria tinha acabado de chegar e dirigiram-se a ela:

- Bom dia. – disse Jane à espera que Victoria parasse de olhar Carolyn e Dave e a ouvisse .

- Ora bolas, tinham de ser estes dois a arranjar problemas agora! – disse Sally que olhava a expressão tão feliz de Carolyn.

 - Ela gosta mesmo dele! – disse Sally aterrorizada.

- E parece que se estão a dar muito bem… - disse Victoria muito zangada – Se eu não fizer nada isto ainda acaba mal para o meu lado, não posso deixar que ele namore com ela!

- E o que é que vais fazer? – perguntou Sally.

- Tenho de arranjar um plano qualquer! Ela tem de perceber que está a brincar com o fogo! – murmurou Victoria enquanto pensava num plano.

As três foram para o bar tomar o pequeno-almoço e enquanto isso Carolyn falava com Dave:

- Não esperava uma surpresa daquelas de ti. – disse Carolyn para Dave a sorrir.

- O quê ter te ido buscar a casa? Não foi nada. Já devias saber que gosto de ser simpático. – disse enquanto se dirigia ao seu cacifo.

- Pois é… não estou habituada a conviver com rapazes tão simpáticos como tu. – disse Carolyn um pouco envergonhada.

- Ai é? Isso quer dizer que sou raro? – disse Dave soltando umas gargalhadas.

- Sim, acho que sim. – disse Carolyn a sorrir para Dave.

- E achas mais piada aos tipos raros ou aos tipos comuns? – Disse Dave.

- Na minha opinião… os originais, ou seja os raros, são os que têm mais piada. – Disse Carolyn a corar.

- Ainda bem que já acabamos o trabalho! – disse Dave.

-Porquê achas-te seca? – perguntou Carolyn já com receio que Dave disse-se que não se divertiu a fazer o trabalho com ela.

- Não! Pelo contrário, percebi finalmente alguma coisa de física, e também adorei as sessões de guitarra que tivemos!  Só quero é apresentar o trabalho o mais depressa possível, porque tenho quase a certeza de que a nossa apresentação é a mais original! – disse Dave que se tinha acabado de lembrar de uma coisa super importante para dizer.

- Sim, depois de tanto trabalho só espero que resulte! – Disse Carolyn.

 - Hoje vais à aula de música? É porque eu vou lá passar à hora da tua aula para ir buscar umas pautas. – disse Dave a tentar arranjar uma desculpa para passar pela escola de música ao mesmo tempo que Carolyn estava na sua aula para depois ir leva-la a casa.

- Sim vou. – disse com o coração a bater muito depressa só de pensar que ia estar com Dave depois das aulas.

- Ok! – disse Dave ao olhar para o relógio de parede da escola ao fundo do corredor. – Deve estar quase a tocar para entrar.

- É melhor irmos andando. – sugeriu Carolyn.

A campainha tocou para a saída e os dois dirigiram-se para a sala. Quando entraram Carolyn viu um braço levantado ao fundo da sala na primeira fila, parecia que lhe estava a chamar. Carolyn aproximou-se e viu que era Victoria a apontar para a cadeira ao lado dela:

- Olá! – disse Victoria com um sorriso falso.

- Olá… Queres que eu me sente ao teu lado? Perguntou Carolyn que não entendia o acto simpático da parte de Victoria.   

- Sim, porque quero fazer-te um convite. – disse enquanto olhava para a mesa de trás onde estavam sentadas as suas “seguidoras” Sally e Jane.

- Que convite? – perguntou Carolyn ansiosa.

- Bem, queria que fosses esta tarde depois das aulas a minha casa.

- Ah… E porquê? – perguntou Carolyn.

- Porque… - enquanto pensava num motivo para Carolyn ir a casa dela depois das aulas. – eu e o meu grupo queríamos conhecer-te melhor, achamos que tens um dom para ser popular!

- Está bem, eu… - disse Carolyn quando foi interrompida por Victoria.

- Até porque já te devem ter dito onde moro, certo? – perguntou Victoria.

- Sim o Dave disse-me. – disse Carolyn que se arrependeu de ter dito aquela frase porque se tinha esquecido que Victoria tinha namorado com ele.

- Ao menos lembrou-se de mim… -sussurrou Victoria cheia de raiva.

- Desculpa, desses-te alguma coisa? – perguntou Carolyn que não a ouviu.

- Nada, estava a pensar alto. – mentiu Victoria – Fizes-te os t.p.c.’s?

- Sim. – disse enquanto olhava em volta para ver onde estava sentada a Emma.

- Óptimo, porque eu não! – disse Victoria, que percebeu que Carolyn  assim que a ouviu entendeu logo que ela lhe queria copiar os t.p.c.’s.

       

Gostaram? Preciso de saber a vossa opinião, minimo 4 comentario...

 

sinto-me: Inspirada...
publicado por Anna às 13:53
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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

Divulgação

Estive a ver estes blogs e acho que são o máximo, de certeza que vão ter muito sucesso, visitem e comentem http://designs-shop.blogs.sapo.pt  e http://justagirlblog.blogs.sapo.pt !!!

 

 

 

sinto-me: Vocês nem sabem o k vem ai...
publicado por Anna às 23:04
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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010

2º Capítulo

No final da aula de educação física, Carolyn ficou à porta do balneário dos rapazes à espera de Dave. Enquanto isso John falava com Dave sobre o próximo joga da equipa de futebol:

- O próximo jogo vai ser contra o colégio Holten, – disse enquanto despia as calças. – Mas não temos que estar preocupados com isso porque eles não valem nada!

- Isso dizes tu! – exclamou Dave - Eles já ganharam 2 primeiros lugares consecutivos!

- Oh! Mas nós já chegamos mais longe. – disse John com um ar convencido.

- Não sejas convencido, John. – recomendou Dave enquanto punha a roupa para dentro da mochila à presa.

- Porque é que estás com tanta presa? – perguntou John desconfiado.

- Por nada, porque é que dizes isso? – perguntou Dave a tentar disfarçar.

- Ora, por que é que havia de ser? Porque estás a arrumas as coisas à pressa! – disse Jonh.

- É só que está uma pessoa lá fora à minha espera – disse Dave a tentar não dar “bandeira”.

  - Uma pessoa, hã?! Ou é outra rapariga?! – perguntou enquanto imitava uma rapariga com as mãos na cintura e a fazer festas no cabelo.

- Não sejas parvo! A última rapariga que namorei foi a Victoria, e a partir dai cortei-me nas namoradas. – disse Dave.

- Pois, pois – disse John enquanto espreitava pela porta do balneário – Então aquilo que está lá fora é um rapaz?!

- Não, ela é só a minha parceira de Física e eu não gosto dela! – disse Dave a corar.

- Pronto está bem. – disse John.

- É só que ela não é como as outras, ela é… sei lá, faz-me  sentir bem. – disse Dave enquanto punha a mochila ás costas.

- Já vais? – perguntou John.

- Sim, não a posso deixar esperar mais. - disse em voz alta dirigindo-se à saída para John o ouvir.

- Claro, é má educação! – disse com ar de gozo.

Carolyn ouviu a maçaneta da porta do balneário rodar e levantou-se de imediato, ajeitou a o cabelo e sacudiu a roupa, para estar apresentável quando ele chegasse.

Dave abriu a porta, fechou-a e voltou-se para ela:

- Vamos? - perguntou Dave com um sorriso na cara.

- Sim, vamos – disse Carolyn ao retribuir-lhe o sorriso.

Os dois foram andando até a casa de Carolyn e, no caminho ela foi-lhe explicando a matéria que iam trabalhar. Carolyn e Dave estavam a dar-se muito bem, mas Carolyn ainda queria ficar a saber mais sobre Dave e esperava que o trabalho os juntasse mais.

Quando lá chegaram Dave ficou espantado com a casa de Carolyn, a casa era grande e tinha um jardim lindo. Carolyn olhou para Dave que estava com os olhos muito aberto a ver a casa de Carolyn, e perguntou:

- Então, vamos?

- Claro. – respondeu Dave ansioso.

Carolyn abriu a porta e disse:

- Vai subindo, eu vou preparar alguma coisa para lancharmos. – disse enquanto se dirigia à cozinha.

- Ok. – respondeu Dave subindo as escadas.

Dave procurou o quarto de Carolyn e logo viu duas placas numa das porta que diziam “não entrar!” e “Rapazes, NÃO!”, calculou que essa deveria ser a porta do quarto de Carolyn. Entrou e ficou espantado com o quarto dela, era enorme e havia uma parede tinha riscas de cores e larguras diferentes ao alto, virou-se e viu um soutien em cima da cama de Carolyn, Dave não sabia o que fazer e ficou imóvel a olhar para o soutien de Carolyn. De repente Carolyn chega com o tabuleiro com o lanche ao quarto, quando vê o que se estava a passar. Ficaram os dois parados a olhar para o soutien quando Dave olha para Carolyn e diz:

- Eu não mexi em nada! Esta coisa é que já cá estava quando cheguei! – disse com as maçãs do rosto coradas.

- Não há problema! Eu é que sou um bocado desarrumada. – disse Carolyn enquanto pousou o tabuleiro na secretária e foi arrumar o soutien, olhou para Dave e sem se conterem desataram os dois a rir à gargalhada.

- Ok, eu preparei dois waffles com chocolate para o lanche, tu gostas? – perguntou Carolyn tentando mudar de assunto.

- Eu adoro! Acertas-te em cheio, é o meu lanche favorito. – disse para Carolyn com um sorriso.

Sentaram-se na cama de Carolyn a deliciarem-se com os waffles e a conversar, quando Dave olhou para o fundo do quarto e viu uma guitarra clássica:

- Tocas? – perguntou levantando-se da cama para ir ver a guitarra.

- Tenho aulas numa escola ao pé da livraria Gonzalez. – respondeu enquanto comia.

- A sério? Eu também tenho aula ai, e o meu tio é um dos stores dessa escola, aliás é o meu stor. exclamou espantado.

- Como é que se chama o teu tio? – perguntou Carolyn.

- Edmund. – respondeu Dave.

- Não posso, o teu tio é o meu stor! – exclamou Carolyn que parecia não acreditar naquilo que acabara de saber.

- Sabes, o meu tio diz que a única aluna do 11º ano que ele tem, que só podes ser tu, toca melhor que eu! – exclamou Dave.

- Não acredito! - exclamou Carolyn espantada.

 

- Toca um bocado. – pediu Dave em voz baixa.

- Ah, sabes… eu não toco nem canto assim tão bem. – mentiu Carolyn para não ter de tocar para ele.

- Mentira, se o meu tio disse que tocas bem é porque tocas mesmo bem…Espera lá? Tu desses-te que também cantavas? – perguntou admirado.

- Bolas! Mas que grande boca que eu tenho! – murmurou Carolyn que não queria ter dito que cantava.

- Então? Vá lá, só quero ver se tocas mesmo bem. -  pediu Dave com delicadeza .

 

 

 

 Então gostaram? Porque preciso de saber a vossa opinião.....minimo 4 comentários por favor.

sinto-me: Ke dois, hã?
publicado por Anna às 17:34
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Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Aviso!

Olá minha gente, desculpem estar a demorar tanto com o 2º capitulo (tenho estado um pouco ocupada) mas não se preocupem porque logo, logo o postarei!
Outra coisa, queria disser-vos que os proximos capitulos não serão assim tão grandes, digamos que este foi assim enorme porque era para festejar a abertura.

publicado por Anna às 23:36
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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

1º Capítulo

Carolyn chegou ao colégio Dulwich College e como para ela era o primeiro dia de aulas começou por se dirigir ao placar à entrada do colégio onde ainda estavam os papeis do dia em que a escola abriu para o novo ano que diziam “lista de cacifos” e que tinham os nomes dos alunos ordenados por ordem alfabética. Percorreu o dedo suavemente pela folha de papel do 11º ano até chegar á letra “C” e depressa leu “Carolyn Williams cacifo nº 69”, a campainha tocou e Carolyn correu para a sala de aula. Quando lá chegou sentou-se na única cadeira vazia no fundo da sala, estava tudo em euforia: uns rapazes em cima das mesas, outros a atirarem papeis para o ar, algumas raparigas acabavam as conversas que não tinham acabado no intervalo e as raparigas mais populares do colégio: Victoria Evans e os dois emplastros a Sally Gray e a Jane Smith, olhavam fixamente para a estranha rapariga que acabara de chegar à sala enquanto Victoria abria a tampa do seu gloss vermelho intenso favorito para passar suavemente nos seus lábios:

- Olha, olha, parece que entrou uma novata para a turma, só espero que não traga problemas, - disse a Sally olhando-a com cara de caso – até porque ela não é nada má.

- Eu não admito que digas uma coisa dessas, Sally Gray! – disse bruscamente deixando cair o gloss sobre a mesa que salpicou e sujou-lhe a blusa de marca super cara – Vês o azar que esse tipo de frases dão! Oh, meu deus agora tenho de ir a casa no intervalo trocar-me, e só para que saibas ninguém, muito menos uma principiante sem qualquer experiência nos passa a perna assim tão facilmente!

Os alunos começaram a ouvir a maçaneta da porta da sala rodar e logo perceberam que era a professora de físico-química Janet Sarandon, e logo pararam as brincadeiras e sentaram-se nas cadeiras. A professora entrou na sala com um ar importante e anunciou:

-Bom dia meus alunos, antes de começar a aula queria apresentar-vos a nova aluna, Carolyn Williams. – informou ela pousando os livros na secretária e fazendo um gesto com a mão para Carolyn se dirigir ao quadro e se apresentar.

Carolyn depressa se levantou e dirigiu-se à professora – Sou a Carolyn Williams, tenho 14 anos e…

- …Sim, vieste de Los Angeles na Califórnia, já sei... – completou a professora – E posso saber porque chegaste duas semanas depois do ano lectivo ter começado?

- Pois, as mudanças demoraram mais tempo que aquilo que pensávamos. -respondeu Carolyn com medo que a professora a repreendesse.

- Ok, nesse caso não há problema! – acalmou a professora com um ar importante – Hoje vamos fazer um teste diagnóstico, quero ver o que é que andaram a fazer nas férias!

- É pá, teste não stora! – refilou o pior aluno da turma, Daniel Hopkins.

- Teste sim Sr. Daniel Hopkins, e se o menino continuar com esse comportamento péssimo e essas notas vergonhosas que fazem com que a imagem do colégio seja ainda pior, vai ter de sair da equipa de rugby (futebol americano)! – ameaçou a professora zangada, com a cara tão vermelha de ter dito aquela frase sem ter feito uma pausa para respirar que parecia ir explodir!

- E quero que o façam em SILÊNCIO ABSOLUTO! – Pediu a professora enquanto distribuía os testes.

Os alunos terminaram os testes diagnósticos e a professora começou a dar-lhes uma vista de olhos, em especial ao teste de Carolyn por ser uma aluna nova:

- Menina Williams gosta de físico-química? – perguntou-lhe a professora.

- Sim, aliás é a minha disciplina favorita – respondeu.

- Nota-se porque pelo que vejo a menina é uma excelente aluna! – disse a professora entusiasmada.

- Bem, vamos começar o ano lectivo a sério! Vamos fazer um trabalho escrito sobre o Espectro do átomo de hidrogénio a pares de acordo com as necessidades dos mais fracos. Então, a Victoria Evans com o Franklin Nicholson… - disse a professora quando foi interrompida por Victoria.

- O kê?! Nem morta! Eu com aquele cromo?! – disse Victoria aterrorizada com aquilo que acabara de ouvir.

- Sim menina Victoria. O Franklin é um óptimo aluno, e a menina foi um fracasso no ano anterior, desta vez vamos ver se tira melhores notas com o Franklin!  -disse a professora que já esperava aquela reacção de Victoria.

O Franklin quase se babava quando a professora disse que ele ficaria com a Victoria.

- Bem, continuando: A menina Carolyn com o David Roberts… - prosseguiu a professora.

A Carolyn olhou em volta para ver quem era o tal David, e viu um braço levantado lá à frente para lhe avisar de que era ele “ele não é nada mau, até é bastante giro!” pensou.

A professora terminou de dizer os pares e logo tocou para a saída. Enquanto todos se arrumavam para sair a professora chamou à sua secretária uma das suas melhores alunas a física, a Emma Anderson, e pediu-lhe que mostrasse o colégio a Carolyn e a acompanhasse nos intervalos. Emma aceitou o pedido da professora sem fazer qualquer rejeição como a maioria das raparigas “super populares” fariam porque tinham coisas mais interessantes para fazer. Dirigiu-se a Carolyn e cumprimentou-a:

- Olá, a professora Janet pediu-me para te mostrar a escola e para ficar contigo nos intervalos. Não te importas, pois não? – perguntou Emma de uma forma simpática.

- Não, não há problema. – esclareceu Carolyn.

- Ah, já agora o meu nome é Emma, Emma Anderson. – apresentou-se ela.

- Prazer, Carolyn Williams mas podes chamar-me Carrie. Era como toda a gente me chamava na outra escola. – explicou Carolyn.

- Gostas do nosso colégio? É o maior do Reino Unido! – disse entusiasmada.

- Sim, é bastante grande. – respondeu Carolyn olhando em volta.

- Deves estar muito feliz. – disse Emma a sorrir.

- Feliz porquê? – perguntou Carolyn.

- Porque ficas-te com o Dave, o rapaz mais giro do colégio, no trabalho de física. – respondeu Emma com os olhos muito abertos.

- Bem, ele é giro mas preciso de o conhece melhor. – disse com as maçãs do rosto vermelhas.

As duas dirigiram-se aos seus cacifos que por acaso era ao lado um do outro e sempre a falar muito divertidas.

- Não costumas andar com ninguém? – perguntou Carolyn.

- Como assim? Com outras raparigas, tipo melhores amigas? – perguntou Emma.

- Sim. – respondeu Carolyn a sorrir.

- Não, a maioria das raparigas daqui são muito betas. Muito… como a Victoria e as suas amiguinhas. Eu sou um bocado independente, mas acho que nos vamos dar bem. – disse com receio que Carolyn não tivesse essa ideia também.

- Sim, também acho! – respondeu entusiasmada com a questão de já ter uma amiga para passar o tempo.

A campainha tocou para a entrada e as duas novas amigas dirigiram-se para a sala de aula.

Já no intervalo do almoço Carolyn estava um bocado sozinha porque a Emma tinha de ir ao médico e só voltava no dia seguinte. Carolyn dirigiu-se ao refeitório para ir almoçar, pôs a comida, os talheres e o sumo no tabuleiro e procurou uma mesa para se sentar. O refeitório estava ordenado da seguinte forma: as meninas populares como a Victoria, a Sally e a Jane na mesa ao pé das janelas, os rapazes da equipa de futebol na mesa do centro do refeitório, os do clube de teatro ao pé da mesa das meninas populares, os cromos ao pé dos caixotes do lixo, as raparigas da equipa de andebol ao pé da mesa dos rapazes da equipa de futebol, as raparigas da ginástica artística no fundo do refeitório e a mesa dos rapazes da equipa de rugby á entrada do refeitório e o resto eram pessoas comuns. Carolyn como não se importava com o facto de se sentar onde quer que fosse, sentou-se numa mesa normal à entrada do refeitório ao pé da mesa dos rapazes da equipa de rugby. Quando Carolyn pousou o tabuleiro na mesa e se ia a sentar na cadeira Dave entrou no refeitório para falar com um amigo da equipa de rugby e viu que Daniel Hopkins se começou a tirar a cadeira em que Carolyn se ia sentar para ela cair no chão e para que fosse o novo alvo de chacota do colégio! Foi então que Dave só teve tempo para dar um passo e segurar Carolyn debaixo dos braços. Ninguém viu o que se tinha acabado de passar a não ser os rapazes da equipa de rugby. Carolyn nem queria acreditar no que se estava a passar, olhou para Dave e disse:

- És tu, David Roberts, o meu parceiro do trabalho de física. Obrigado, ainda bem que me agarras-te senão nem sei bem o que é que me tinha acontecido. – disse surpreendida.

- De nada, até porque eu não podia deixar que o estúpido do Daniel fizesse mais uma asneira, muito menos á salvadora das minhas notas de física. A… deixas-me sentar aqui nesta mesa contigo? É que precisava-mos de saber quando é que fazemos o trabalho. – perguntou Dave com um sorriso brilhante de cair para o lado.

- A… a… claro, senta-te! Posso saber porque é que me chamas-te “salvadora das minhas notas de física”? – perguntou Carolyn confusa.

- Sabes, eu tenho tirado notas um bocado baixas e, como és uma aluna muito boa a física e ficas-te comigo eu só tenho é de aproveitar, não? – perguntou Dave que estava esfomeado e quase que se ia engasgando de comer rápido.

- Sim, sim, eu só achei piada á frase. Então podia-mos começar o trabalho hoje em minha casa, o que é que achas? - perguntou com o coração nas mãos com receio que ele não aceitasse o convite inesperado.

- Pode ser. Mas eu não sei onde é que vives. Já agora como é que te chamas? – perguntou Dave, procurando uma alternativa para começar depressa os estudos.

- Carolyn Williams, mas podes chamar-me Carrie. Então, podemos ir juntos para minha casa depois da aula de educação fisica, eu vou a pé.

- Por mim tudo bem…Carrie. - respondeu Dave a sorrir para ela.

Carolyn riu-se e perguntou - Estas cheio de fome, não? Se quiseres dou-te o resto da minha comida.

- Mas tu… tu não queres mais? – perguntou Dave.

- Não, não me apetece mais. – disse ela com vontade de o ver comer para poder ficar mais tempo a olhar para ele.

- Não posso aceitar, uma rapariga tão simpática como tu não pode comer pouco. Ainda desmaias na aula de educação física. – disse tentando ser simpático.

- Estás a selar pela minha saúde? – perguntou Carolyn com um sorriso provocador.

- Alguém aqui na escola tem de o fazer. – disse Dave fazendo Carolyn derreter completamente. 

 

publicado por Anna às 18:46
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Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010

Personagens Principais!

 

-Carolyn Williams, mais conhecida por Carrie é a personagem principal. É uma rapariga de 15 anos inteligente, tímida e cheia de vontade de ter imensos amigo. Ela tem cabelo louro comprido ondulado e olhos verdes.

- Emma Anderson é a melhor amiga da Carrie, tem 15 anos e é uma rapariga extrovertida e divertida. Ela tem cabelo ruivo ondulado comprido e olhos castanhos claros.

- Victoria Evans é a rapariga mais popular do colégio Dulwich College em Londres, e ninguém a pode deter nos seus esquemas. Ela tem 15 anos, tem cabelo louro liso e olhos azuis, é muito preocupada com a sua beleza, e a maioria dos rapazes do liceu gostam dela.

- David Roberts mais conhecido por Dave, é o rapaz mais giro e simpático do colégio Dulwich College. Ele tem 15 anos e já namorou a Victoria mas deixou-a. Ele é moreno com o cabelo mais ou menos comprido, é alto e tem olhos azuis.

- Jane Smith e Sally Gray são as “seguidoras” da Victoria. A Sally e a Jane são muito preocupadas com a sua beleza tal como a líder do seu grupo, a Victoria. A Jane tem cabelo castanho liso comprido muito escuro e olhos castanhos claros, a Sally tem cabelo louro comprido e olhos azuis. Elas tem 15 anos.

- John Willis e Peter Lewis são os melhores amigos do David Roberts e têm também 15 anos. O John tem cabelo louro comprido e tem olhos azuis e é alto. O Peter é moreno com cabelo curto e olhos castanhos.   

 

Aceito opiniões e ideias! Comentem por favor.... quanto mais depressa comentarem mais depressa a história começa!

 

publicado por Anna às 14:44
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

O mundo de Carrie

Carolyn é uma rapariga nova em Londres. Ela vivia na Califórnia, Los Angeles e teve de se mudar porque o seu pai arranjou uma melhor oferta de emprego na Inglaterra. Carolyn mais conhecida por Carrie sentiu-se sozinha e sem amigos. 

 

 

Fiquem atentos porque em breve postarei as personagens!!!

publicado por Anna às 14:29
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